Ensinamentos dos grandes mestres do Yoga. A essência da vida espiritual. Técnicas de meditação e concentração. Histórias e incidentes da vida dos mestres.
4.12.24
GRANDES INTELIGÊNCIAS OU GRANDES CORAÇÕES? - Chico Xavier
30.10.24
ANIMAIS: NOSSOS IRMÃOS – Annie Besant
Quando o
homem mata por prazer, ele rebaixa seu título de homem. É indigno dele ir junto
dos seres que vivem felizes nos bosques, carregando uma arma, e levar-lhes o sofrimento, o medo, o
terror, o pavor, semeando a destruição por onde passa.
Prostituindo
seus poderes do intelecto, para fazer de si mesmo o mais mortífero das
criaturas sensíveis, ele emprega a inteligência, que deveria ser um meio de
ajudar a educar os seres inferiores, em levar por toda parte novas formas de
sofrimento e energia destruidores.
Se um homem
vai a um lugar onde se encontrem os animais inferiores, eles fogem diante dele,
porque a experiência lhes ensinou os perigos que correm na sua presença. Se ele
vai a qualquer lugar da Terra, onde raras vezes os homens pisaram o chão, vê aí
animais sem medo algum e nas disposições mais amigáveis.
Em qualquer
região civilizada, por toda parte onde há um homem nos campos ou nos bosques,
tudo que vive foge ao ruído de seus passos; para estas criaturas ele não é o
amigo, mas aquele que traz consigo o alarme e o terror, por isso procuram evitá-lo.
Se alguma
vez fordes a um lugar onde se matam animais, um matadouro, notareis o terror
que fere os animais, quando sentem o cheiro de sangue. Vereis o sofrimento, o
temor, o horror em que eles se debatem, para escapar aos caminhos desviados por
onde os arrastam. Segui-os até o matadouro, se tendes para isso coragem;
olhai-os quando forem mortos; depois deixai vossa imaginação andar um passo
mais, ou se possuirdes o poder de perceber as vibrações astrais, e vereis
imagens de medo, de terror, quando a vida é brutalmente arrancada do corpo e a
alma do animal entra no mundo astral.
Cada pessoa
que come carne atrai uma parte da responsabilidade pela morte dos animais no
matadouro. E os horrores não estão apenas nos matadouros, mas ainda os horrores
preliminares do transporte, a privação de alimentos, a sede, as longas
experiências de terror que esses desgraçados seres têm de sofrer para a
satisfação do apetite do homem.
Os sofrimentos
que infligimos a esses seres são uma dívida contra a humanidade que diminui e
retarda em massa o progresso humano. Aqueles que pisamos retardam nosso próprio
adiantamento. O mal que causamos é a lama que se agarra aos nossos pés, que nos
impede de elevarmo-nos.
Assim como o
abuso do álcool, também a alimentação carnívora degrada o corpo físico do
homem. Se pudermos eliminar o sofrimento dos nossos irmãos, os animais, então o
sofrimento desaparecerá da Terra. Os gemidos, a angústia, a miséria, dos seres
dotados de sensibilidade, serão diminuídos, e então o amor no homem, tornado um
com a lei divina, irradiará através do mundo e será o elemento a ajudar a
fortalecer e embelezar o homem.
Quem quer
que oriente suas energias nesta direção, quem quer que purifique seu
pensamento, seu corpo, sua vida, é um colaborador da vida interna do mundo, e o
desenvolvimento de seu espírito será a recompensa dada à obra que ele produz,
para auxílio do mundo.
8.10.24
YOGA E EVOLUÇÃO - Swami Sivananda
29.8.24
ALGO MAIS - Paul Brunton
Há no homem algo mais do que revelam as impressões comuns. Que é esse “algo mais” no homem, que o faz defender esplêndidos ideais e conceber nobres pensamentos? Que presença espiritual dentro de seu coração o instiga a afastar-se da existência banal, puramente terrena, e travar uma luta constante entre o anjo e a fera que habitam em seu corpo?
O DEVER DO HOMEM - Ramacharaka
- Não faça o mal a ninguém e dê a cada um o que lhe pertence.
- Prossiga seu caminho na vida, séria e serenamente. A precipitação não é sinônimo de rapidez. A excitação e a energia são duas coisas diferentes. O ruído e a força não são idênticos. O homem tranquilo, sério, perseverante, atingirá o seu fim muito mais rapidamente do que o que possui as qualidades contrárias.
- Não rastejeis como um verme; não vos humilheis prostrando-vos no pó, tomando o céu por testemunha de que sois um miserável pecador. Levantai-vos e dizei: Faço parte do princípio eterno da Vida. Nada pode me prejudicar, porque sou uma parte da Eternidade.
- Não enganeis vosso semelhante, nem tampouco vos deixeis enganar por ele. Não provoqueis rixa, mas não vos deixeis espancar por ninguém. Se alguém vos bater numa face, não apresenteis a outra, mas batei-lhe também e fortemente. Entretanto nada de feri-lo com o coração cheio de ódio, e perdoai-lhe se ele implorar perdão.
- Correi o mundo com a graça de Deus no coração e nas mãos um bom chicote. Nunca useis o chicote como arma ofensiva, mas conservai-o para o caso de ser preciso. Se estais vestido da 'armadura do justo' e se o mundo vê que tendes respeito por vós próprio e que não fazeis asneira, o mundo vos tratará com deferência.
8.7.24
SENTE-SE QUIETO - Tai Sheridan

12.5.24
UM JEITO FÁCIL DE MEDITAR - Robert Adams
15.4.24
SEXO E EVOLUÇÃO - HOMOSSEXUALIDADE

21.3.24
O SER HUMANO E AS ENERGIAS DO UNIVERSO - Elisabeth Haich
O ser humano recebe vários raios do universo e de seu ambiente. Igualmente, ele próprio emite várias energias, sendo um centro autônomo, um ego. Ele tem sete centros energéticos principais – os chakras – através dos quais recebe a energia cósmica, transforma-a e a transmite sob sete formas de energia a seu corpo, a seu ambiente e ao mundo externo.

9.1.24
O GURU INTERIOR - Robert Adams
As pessoas tentam trazer paz a este mundo desde há milênios atrás. Lembre-se de que nossa civilização não é a primeira do planeta. Este planeta tem bilhões de anos e tivemos civilizações mais avançadas que a atual, e todas desapareceram, por isso não se preocupe com o mundo. Descubra quem é você e deixe o mundo cuidar de si mesmo.
Tudo cuida de si mesmo. Nós ficamos apegados às coisas mundanas e o mundo nos puxa sempre de volta. É parte do sonho chamado maya. Esse sonho parece ser muito forte para a maior parte das pessoas. É por isso que a maioria das pessoas nunca tomam um caminho como esse (jnana); porque é demais para elas.





