2.1.26

SWAMI RAMA TIRTHA NA AMÉRICA

 

Uma velha senhora americana foi ver Swami Rama Tirtha numa entrevista particular e contou-lhe seus problemas domésticos, chorando por longo tempo ante o Swami, enquanto este se sentava de pernas cruzadas com seus olhos fechados.

A senhora o considerou descortês, uma vez que estava chorando amargamente e nenhuma palavra de consolo saiu dos lábios do swami, nem mesmo um olhar gentil. O swami sentava-se em frente a ela ouvindo, e ao mesmo tempo sem ouvir, como uma estátua de pedra. Ela pensava: “Estes indianos são mesmo descarados e orgulhosos”.

Quando a senhora terminou sua história de aflição, o swami abriu seus olhos, olhou para ela e disse: “Mãe”, e em seguida cantou seu mantra védico favorito: “Om! Om!”


Ela contou depois que dos olhos do swami explodiu sobre ela o estranho alvorecer de uma nova consciência.  

“Eu parecia ter sido elevada da terra”, ela disse, “eu nadava no ar como uma figura de luz, e me senti a mãe do Universo. Todos os países eram meus, todas os povos eram meus filhos. Eu estava tão cheia de alegria, que decidi que iria visitar a Índia, iria ver onde o swami nasceu e cresceu. Deveria ir. E mais tarde fui. Minha alegria está sempre comigo. A palavra OM ecoa em meus ossos. A palavra Mãe me eleva ao Divino. Eu tocaria os pés do swami com prazer. Eu morreria feliz no êxtase que ele me deu. Alguma fonte de felicidade dentro de mim se abriu, a casca se rompeu e me sinto pura”.



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