25.9.17

O USO DA INTUIÇÃO NA VIDA PRÁTICA – P. Yogananda


Para progredir e evitar o sofrimento causado pelos erros, encontre qual é a verdade em tudo. Isso só é possível quando se desenvolve a intuição. Nos relacionamentos, nos negócios, na vida conjugal, em todos os aspectos da vida, a intuição é essencial.

Quando você não desenvolve a faculdade da intuição, toma decisões erradas, escolhe sócios errados nos negócios e acaba preso a relacionamentos errados na vida pessoal. Já que o discernimento mental é condicionado pelas informações que são fornecidas aos sentidos, quando estes se enganam você pode achar que uma pessoa é maravilhosa sem conseguir saber quem ela realmente é por dentro. Você pode achar que encontrou sua alma gêmea – então se casa e acaba na Vara de Família.

Mas a intuição jamais erraria assim, pois ela não prestará atenção no poder magnético dos olhos nem se deixará levar pela atração do rosto ou da personalidade. Pelo contrário, sentirá e perceberá de modo correto, no coração, quem a outra pessoa realmente é.

Muitas pessoas sem intuição investem muito dinheiro em empreendimentos financeiros que não produzem resultado nenhum e por isso perdem tudo. À medida que você se desenvolve através da meditação, a intuição se manifesta como certo sentimento ou como uma voz silenciosa.

As mulheres são mais receptivas aos sentimentos do que os homens e em geral possuem mais intuição – exceto quando exageram na emoção. Normalmente os homens são mais conduzidos pela razão do que pelo sentimento, mas quando encontram o equilíbrio entre inteligência e sentimento, isso os leva à intuição.

A única maneira de saber a verdade e nela viver é desenvolvendo o poder da intuição. Então você verá que a vida tem um sentido e que, independentemente do que fizer, sua voz interior o orienta em tudo. É uma voz que esteve submersa por longo tempo no lodaçal dos pensamentos falsos.


O modo mais garantido de libertar a expressão da intuição é meditar cedo pela manhã e antes de dormir, à noite. Se você passar a vida em constante agitação, jamais conhecerá a verdadeira felicidade. Tenha uma vida simples e encare tudo com mais leveza. A felicidade está em dar a si mesmo tempo para pensar e refletir. Fique sozinho de vez em quando e permaneça mais em silêncio. 

Resultado de imagem para yogananda  Yogananda

COMO PRESERVAR A SAÚDE E A ALEGRIA – P. Yogananda


Evite comer em demasia. Ingerir mais do que o corpo necessita pode ser tão danoso quanto comer mal. Não pense que é preciso comer só porque o sinal para o jantar tocou. E quando se alimentar, coma menos. Aprenda também a jejuar um dia por semana, ingerindo frutas frescas ou sucos de fruta não adoçados.

A eliminação adequada é muito importante. Frutas e verduras ajudam a limpar o corpo. Quando jejuar, é bom tomar um laxante natural suave com suco de laranja.

A postura também é importante para a boa saúde. A má postura comprime o fluxo saudável de energia vital nos vários órgãos e partes do corpo. A melhor postura é tórax para fora, ombros para trás. Não fique com a coluna dobrada ou com os ombros caídos. Não se sente em posição encurvada com a coluna fora de alinhamento, o que dificulta a respiração e o livre fluxo da energia vital.

Psicologicamente a postura encurvada indica uma atitude derrotista. Sente-se e posicione-se com a coluna reta, sempre. Seja dono de si, com a mente sempre no poder infinito que está ao seu redor e em seu interior.

Faça exercícios regularmente, tal como caminhar todos os dias. Aprenda a respirar corretamente – de modo calmo e profundo, enchendo também a parte inferior dos pulmões. Quando o sistema está bem oxigenado com exercício e respiração correta, a força vital energiza o corpo todo, inclusive o cérebro.

Por último, em conexão com os aspectos físicos da juventude, é extremamente importante conservar a força sexual. O excesso de sexo e o mau uso da força criativa da Natureza atraem doenças e velhice mais rápido do que qualquer outra coisa. O excesso desvitaliza o corpo e enfraquece o sistema imunológico. Os casais devem praticar a moderação, e os solteiros devem observar a continência.

Aderindo a essas práticas de boa saúde e não reduzindo a energia vital interior com atos físicos e mentais errados, você aperfeiçoa sua capacidade de manter a saúde e a juventude. Até um karma de má saúde trazido de vidas passadas pode ser grandemente mitigado. Por pior que seja seu passado, nunca é tarde demais para tentar mudar, nunca é tarde demais para corrigir os maus hábitos.

Resultado de imagem para yogananda  Yogananda

A PACIÊNCIA DO YOGUE – P. Yogananda


Havia um yogue casado na Índia cuja mulher era a encarnação do mau humor. Nada que o yogue fizesse conseguia agradar ou contentar a esposa. Até os vizinhos viviam reclamando daquele gênio intempestivo.

O yogue, com sua bondade natural e seguro em sua tranquilidade interior, pacientemente a deixava em paz na esperança de que o tempo a reformasse. Mas ela não tinha paciência nenhuma e estava firmemente determinada a acabar com o que considerava ser uma espiritualidade nada prática do marido.


Nunca tendo conseguido nada com todos os esquemas diabólicos antes tentados, certo dia ela queimou todos os livros do yogue e terminou por incendiar a casa também.

Nesse dia o yogue se aproximou da mulher e disse: “Minha querida, foi Deus quem a enviou a mim. Todo esse tempo você me ensinou a ser paciente. Agora curou minha última enfermidade, que era o amor e o apego aos livros e à casa.”

Quem ou o que pode perturbar a mente tranquila e treinada de um verdadeiro yogue?


24.9.17

O CAMINHO DE SHIVA E O CAMINHO DE BUDDHA – Sadhguru


É muito fácil falar sobre o caminho de Buddha, porque é muito lógico, muito simples, na verdade. É um processo que leva um longo tempo. Os métodos que Gautama deu às pessoas são para serem completados em algumas vidas. Você pode claramente ver isso hoje, o Budismo está sempre falando sobre isso, particularmente o Budismo tibetano, que é o Budismo mais conhecido no mundo atualmente. Eles estão sempre falando nesse trabalho espiritual que deve durar algumas vidas.

Então, se você tiver paciência, se está disposto a um trabalho que dure algumas vidas, o caminho de Buddha é muito eficiente, pois é lógico, científico, um processo passo a passo que uma pessoa pode seguir, porque esse é um caminho do “estar consciente”.

O importante de seguir o caminho da consciência é que existem marcos à medida que você segue. Você conta: uma milha, duas milhas, três milhas... É um caminho que lhe diz onde você está. Este é o aspecto mais importante. Ele lhe diz que mesmo sem muita confiança ou devoção, você pode evoluir, porque tem um método ao qual se apegar. Um método que lhe diz: continue fazendo isto, fazendo aquilo... Ele claramente lhe mostra que está progredindo.

Mas com Shiva não existe esta garantia. Ele não fixa marcos no caminho, você não sabe se está seguindo adiante ou voltando. Mas está indo para algum lugar, isso é tudo que você sabe.

É como cair num abismo sem fundo. Isso soa assustador. Quero que entendam: um abismo sem fundo é o lugar mais seguro para se cair. Um abismo que tem fundo é perigoso, mas um abismo sem fundo é absolutamente seguro, você simplesmente cairá.

Não entenda a queda como algo negativo. A queda é algo muito bom. Só quando se atinge o fundo é que é ruim. Não há problema em cair num abismo sem fundo. Assim, Shiva é um abismo sem fundo. Seus métodos são muito diferentes, aos seus sete discípulos, os sete rishis antigos, ele ensinou sete caminhos básicos nos quais os seres humanos podem explorar sua consciência. Destes sete, em múltiplos de sete, eles se multiplicaram em 112 caminhos que Shiva explorou. E disse: “Isso é tudo”.

Assim Shiva expôs 112 caminhos pelos quais o ser humano pode alcançar seu máximo de desenvolvimento. E estes 112 caminhos correspondem aos 112 chakras do corpo. Existem 114 chakras, mas dois deles estão fora do corpo. Shiva deixou estes dois de lado e disse: “Cento e doze caminhos para a autorrealização, enquanto se está no corpo.”

Isso significa que cada chakra do corpo é um caminho particular de realização. Assim ele não deixou nada de fora, de modo que Buddha é uma pequena parte do trabalho de Shiva.
O próprio Buddha, nos oito anos de seu sádhana, ele os passou na companhia de vários mestres em toda a Índia. E todo esse processo espiritual do Budismo veio essencialmente de Shiva. Em qualquer lugar do mundo, a essência dos ensinamentos espirituais, que se apresentam sob tão diferentes formas, veio de um ou outro dos 112 caminhos ensinados por Shiva.

Por isso não é correto discutir a diferença entre Buddha e Shiva, mas sim qual aspecto de Shiva Buddha explorou. Buddha explorou o caminho do “estar consciente”, que é um dos aspectos dos ensinamentos de Shiva. Gautama é muito científico, clínico, seus ensinamentos apelam à mente lógica.

Resultado de imagem para buddha  Buddha

Mas Shiva é diferente. Muitas vezes se apresenta como asceta, outras como um louco, dançarino, bêbado, em todo tipo de estado mental, porque ele não se limita a qualquer dimensão particular. Ele simplesmente explora cada aspecto da vida.

Então o que chamamos caminho de Buddha é apenas um aspecto dos 112 caminhos de Shiva. E muitos outros mestres revelaram em seus ensinamentos outros aspectos desses 112 caminhos.

E dos sete discípulos de Shiva, os sete rishis, aquele que foi para o Sul da Índia, isto é, ao sul dos Himalayas, foi Agástya, e se tornou particularmente ativo ao sul das montanhas Vindhyas. Agástya se fez conhecido no sul de tal modo, que tocou cada habitação humana ali.

Em qualquer cidade que se vá dessa região, pode-se ouvir algo a respeito de Agástya Muni. Ele começou esse trabalho de rejuvenescimento rural, não deixou uma única habitação sem levar ali a espiritualidade e os processos espirituais.

Dizem que Agástya viveu quatro mil anos, não sabemos quantos anos ele viveu, mas definitivamente sua vida não teve uma duração normal. Ele teve uma vida extraordinariamente longa, uma vez que percorreu a pé vila por vila. Não sabemos se sua vida durou 400 ou 4.000 anos, mas é certo que tornou o processo espiritual uma realidade para as pessoas.

Ainda hoje estamos colhendo os benefícios de seu trabalho na Índia do Sul. Ele trouxe o yoga para a vida das pessoas, sem um rótulo de religião, sem um formato. Simplesmente como um processo de vida.

Se você observar cada processo de evolução espiritual, em qualquer lugar do planeta, verá que não está fora dos 112 caminhos de Shiva. Por isso não é possível comparar Gautama com Shiva. Tenho um grande respeito por Gautama. Sem dúvida, ele é um Grande Ser, seu trabalho é fantástico. Ele iniciou uma grande onda espiritual que ainda segue em frente após 2.500 anos.

Tudo que se pode dizer é: o trabalho de Shiva contém o trabalho de Gautama como um pequeno elemento que significa menos de 1%, porque dos 112 caminhos de Shiva Gautama explorou um.

Mas o importante é que Gautama o explorou com perfeição e fez com que milhões de pessoas tomassem esse caminho. Devemos propagar os ensinamentos de Shiva, embora Shiva não esteja preocupado em ser popular, ele não quer propaganda para si mesmo.

Shiva deu seus ensinamentos aos sete rishis há 40 ou 60 mil anos atrás, e após esses 60 mil anos Shiva ainda está presente e atuante na humanidade.

Imagem relacionada  Sadhguru

19.9.17

A NOVA ERA – Hermes


A grande maioria dos encarnados é composta de espíritos endividados para com
a Lei de Deus, portanto ainda não conquistaram o ingresso para a Terra do
Terceiro Milênio.

Em meio à transição planetária rumo à Nova Era, ainda vivem, e viverão por
algumas décadas do Terceiro Milênio, espíritos com graves distúrbios oriundos
de séculos de encarnações voltadas para o mal e o egoísmo.

Nunca, na atual história da humanidade terrena, estiveram presentes, ao mesmo
tempo, tantos espíritos encarnados com baixa vibração. Na década de 60 do
século passado, havia em torno de 95 por cento de espíritos com grande atraso
espiritual para o padrão terreno.

Atualmente, já estamos vivendo um período onde estão reencarnando espíritos
evoluídos para promover a transformação para a Nova Era, mas é nesse período
também que estão voltando para a vida física espíritos com grave inclinação para
o mal. Alguns deles passaram séculos em sintonia com os sentimentos
anticristãos nas zonas de treva no mundo espiritual. Hoje, presos ao corpo físico,
extravasam todo seu ódio, rancor e tendência para o mal.

Acentuam, assim, a imagem de desequilíbrio espiritual e de caos social,
praticando sequestros, estupros, assassinatos, tráfico de drogas e todas as
formas de violência contra seus semelhantes.

Observamos a presença desses espíritos também nos crimes do “colarinho
branco”, que indiretamente prejudicam a vida de milhares de pessoas.

Agora, vivemos um período em que espíritos missionários já estão reencarnando
para mudar o perfil da humanidade. Os rebeldes desencarnarão
sistematicamente e o retorno gradual das almas evoluídas à vida física mudará
a face do planeta, realizando um processo de grande avanço científico e moral
para a humanidade terrena.

Nos primeiros anos da década de 70 do século 21, provavelmente já deveremos
vislumbrar a Nova Era consolidada, que surgirá após o processo de transição
planetária.

Enquanto os seguidores do Bem estiverem comemorando a vitória conquistada
no processo evolutivo, os espíritos rebeldes estarão sendo exilados num mundo
inferior, onde poderão externar todas suas taras e desequilíbrios sem prejudicar
o avanço de uma sociedade espiritualmente superior.

Resultado de imagem para mundo perfeito


A PRESENÇA DO YOGUI RAMSURATKUMAR - L. Ramani


O templo de Arunachaleswara se situa aos pés da sagrada montanha de
Arunáchala e domina sobre os campos do estado tâmil. Na base das imponentes
torres do templo, mendigos se congregam em longas fileiras. Um entre eles está
sentado, envolvido em vários tecidos de diferentes cores e tamanhos, um rude
leque em uma das mãos, a personificação do esplendor descuidado, mas ainda
assim sua face brilha com uma luz divina.

Este mendigo feliz, cuja risada espontânea é infecciosa e alegre, é Yogi
Ramsuratkumar. As pessoas vêm a ele trazendo seus problemas e ele as
envolve na paz. Sua compaixão alivia seus pesos. Raros são os seres que vivem
na consciente presença da graça divina e podem distribuí-la livremente a todos
que vêm a eles. No Yogi Ramsuratkumar temos tal presença vivendo hoje aos
pés de Arunáchala.

Yogi Ramsuratkumar nasceu num vilarejo perto de Varanasi, no norte da India.
Ele era fascinado pelo sagrado rio Ganga de um modo inexplicável. Brincar às
margens do Ganga lhe trazia imensa felicidade. Mesmo sendo uma criança,
ansiava pela companhia dos santos que se aglomeravam no Ganga. Dessa
associação, a necessidade interior de paz começou a produzir ondas de anseio
espiritual.

Um incidente aparentemente comum mudou sua visão. Foi a visão da morte de
um pássaro – isto lhe indicou a mensagem da natureza transitória da vida. O
desejo por Deus encharcou sua alma. Um dos monges que ele encontrou nessa
época sugeriu que ele encontrasse Sri Aurobindo of Pondicherry, no sul da India.
A obra de Sri Aurobindo “Luzes sobre o Yoga” ampliou sua visou interior.
Meramente estando no ashram de Sri Aurobindo deixou Yogi num estado de
divina loucura. Dali ele foi a Sri Ramana Maharshi em Arunáchala, na cidade de
Tiruvannamalai.

A total acessibilidade de Sri Ramana foi uma tremenda dádiva a Yogi
Ramsuratkumar. Sri Ramana estava disponível noite e dia a todos os devotos.
Ele permaneceu em Sri Ramanasramam durante alguns meses e absorveu a
graça de Sri Ramana. Após passar dias gloriosos com Bhagavan Ramana, o
Yogi foi aos Himalayas. Com o tempo, o fervor divino que ele tinha
experimentado no Aurobindo Ashram e na presença de Sri Ramana começou a
diminuir.

Quando ouviu dizer que ambos tinham deixado o corpo no mesmo ano, foi visitar Swami Ramdas. Swami Ramdas disse-lhe para cantar o mantra de Ram – Sri Ram Jaya Ram Jaya Jaya Ram, durante 24 horas. Ele o fez e o estado de “divina loucura” voltou.

Ao redor de Yogi Ramsuratkumar há uma fragrante atmosfera de ternura, beleza
e um fluir perene de amor divino. Ele encontrou a bem-aventurança interior e a
irradiação dessa bem-aventurança aos que estão à sua volta é palpável.

Após elevar o devoto acima das preocupações mundanas, ele o preenche com
o vibrante cantar de Sri Ram Jaya Ram Jaya Jaya Ram. Então o devoto entende
que está diante de um homem que se libertou de todos os grilhões do mundo e
vive naquele estado divino de união, de “unidade” com toda a criação.

Resultado de imagem para ram surat kumar Ram Suratkumar

2.9.17

A VIDA DE SWAMI RAMA TIRTHA – Swami Sivananda


Swami Rama Tirtha foi um grande asceta e um místico iluminado do começo do século XX. Ele teve a mais alta realização de Satchidananda como Bem-Aventurança Suprema.

Swami Rama era um Vedantin que vivia sua filosofia. Ele via e sentia Deus em todos os nomes e formas. Suas belas palavras são frequentemente endereçadas às árvores, rios e montanhas. O efeito de sua presença era maravilhoso. Sua alegria contagiante e seu belo canto de OM encantava a todos.

Ele foi para a América e Japão e emocionou os americanos e japoneses com seus discursos inspirados que elevavam a alma. No Egito teve uma calorosa recepção por parte dos muçulmanos, a quem ele deu um discurso em sua mesquita.

Rama Tirtha estava sempre alegre e cheio de luz, com os olhos divinos brilhando de alegria. Podia falar o persa, o inglês, o hindi, o urdu e o sânscrito. Foi ainda professor universitário de matemática.

Rama Tirtha viveu a filosofia vedanta na prática e através dela mostrou ao mundo que era possível regozijar-se na felicidade do Ser ainda nesta vida, e que qualquer pessoa poderia experimentar essa felicidade se sinceramente lutasse por isso.

Imagem relacionada  Swami Rama Tirtha

Swami Rama era a Divindade e o amor encarnados. Era sempre dinâmico, sempre espalhando sua refulgência espiritual no coração de todo buscador da Verdade. Seus ensinamentos são inspiradores, elevam e iluminam.

Ao Ocidente, Swami Rama pareceu não apenas um sábio do Oriente, mas também a sabedoria do Oriente em forma tangível. Rama Tirtha foi um ser bem-aventurado inebriado com o êxtase da Consciência Espiritual. E sua bem-aventurança era contagiosa. Seu sorriso irradiava a alegria do Espírito.

Swami Rama abandonou o corpo no Ganges quando tinha apenas trinta e três anos de idade. Estava banhando-se no rio sagrado, quando escorregou numa pedra e foi levado pela correnteza. Ainda fez uma tentativa para voltar à margem, mas quando percebeu que não conseguiria, deixou-se levar pacificamente cantando OM, OM.