Os toxicômanos, ao entorpecerem ou desregularizarem seu cérebro pela ação de drogas, retornam à carne, em nova existência, com distúrbios psíquicos de uma cronicidade imodificável no cenário físico na Terra, sob a figura infeliz dos aparvalhados, débeis mentais, epiléticos, esquizofrênicos, com baixo nível de consciência e deficiências motrizes, capengando com um esgar circense, na reprodução dos efeitos do tóxico, o qual, no pretérito, era tão-somente a fuga da responsabilidade da vida ou a tentativa inútil de usufruí-la.
Os espíritos viciados devem colher, em encarnações futuras, os efeitos dessa imprudência, e terão em outra vida a doença exatamente conforme o tipo do psicotrópico a que se viciaram, o tempo do seu uso, a fuga deliberada das responsabilidades da vida em comum na coletividade, a falta de cumprimento de promessas feitas antes de se reencarnarem, o ludíbrio e o sofrimento dos pais e da parentela onerada pelas tropelias, delinquência ou simples gazeio da aula física de conteúdo espiritual.

Nenhum comentário:
Postar um comentário