27.9.16

MEDITAÇÃO NO EU – Ramacháraka


Se for possível, retirai-vos a um lugar ou quarto quieto, onde não tenhais de temer interrupção, de maneira que a vossa mente se sinta segura e calma. É bom que vos senteis numa cadeira cômoda ou cama, de maneira que possais relaxar ou afrouxar os músculos e evitar a tensão dos vossos nervos.

Devereis ser capaz de afastar a vossa atenção de tudo o que se passa ao redor de vós e deixar todos os músculos caírem em imobilidade, até que um sentimento de perfeita paz, descanso e calma penetre em todas as partículas do vosso ser. Descansai o corpo e acalmai a alma.

A consciência do «Eu», tendo sido desenvolvida por meio de meditação e consciência, em pouco tempo fica sendo uma fixa propriedade da consciência e não precisa ser produzida por meditação.

Entre o aspirante no estado de meditação, acima descrito. Em seguida, deverá concentrar toda a sua atenção no seu Eu individual, excluindo todos os pensamentos que se ocupam com o mundo exterior e com outras pessoas. Deve formar na sua mente a ideia de si mesmo como sendo uma coisa real, um ser que existe, uma entidade individual, um Sol ao redor do qual todo o mundo gira. Esta ideia não deve ser turbada por uma falsa modéstia nem por um sentido de depreciação, pois não negais a outros o direito de se considerarem igualmente como centros. Com efeito, vós sois um centro de consciência — o Absoluto assim vos fez e estais despertando para este fato.

Pensai no corpo como sendo uma muda de roupa. Reconhecei que podeis deixar o corpo e, contudo, ser sempre o mesmo «Eu». Imaginai que o estais fazendo, colocando-vos acima do vosso corpo e olhando para ele, que está debaixo. Pensai que o corpo é como uma casca de que podeis sair sem mudança da vossa identidade.

Continuando a meditar, ignorai o corpo totalmente e fixai o vosso pensamento no «Eu» real que começais a sentir que sois «vós», e achareis que a vossa identidade — o vosso «Eu» — é algo totalmente distinto do corpo.

Enquanto o Ego não se reconhecer como sendo um centro de pensamento, influência e poder, não poderá manifestar estas qualidades. Levai convosco este pensamento de vós mesmo como sendo um «centro de consciência — influência — poder», pois ele é uma verdade oculta e, à medida que puderdes realizar (ou reconhecer intuitivamente) esta verdade, podereis manifestar as qualidades enumeradas.

O vosso «Eu» não pode ser destruído: é eterno, e irá passando a estados cada vez mais elevados — mas será sempre o mesmo; o vosso «Eu» é o mesmo que era na vossa infância, «Eu» (personalidade), mesmo reconhecendo que houve certamente algumas mudanças na vossa pessoa, desde a infância até à vossa idade atual. Igualmente, no futuro, não obstante atinjais mais conhecimento, experiência, poder e sabedoria, o vosso «Eu» será o mesmo. O «Eu» é a centelha divina que não pode ser extinta.


Alguns homens caíram nesta consciência, pelo menos parcialmente, sem terem conhecimento do assunto. Eles «sentiram» a sua verdade e retiraram-se das fileiras da gente vulgar do mundo, tornando-se centros de poder para o bem ou para o mal.

O aspirante deve meditar sobre o «Eu» e reconhecê-lo, — senti-lo como sendo um centro. Esta é a sua primeira tarefa. Gravai bem na vossa mente a palavra «Eu» neste sentido e deixai-a cair profundamente na vossa consciência, para que se torne uma parte de vós mesmo. E quando dizeis «Eu», deveis acompanhar esta palavra com a imagem do vosso Ego como um centro de consciência, pensamento, poder e influência. Vede-vos rodeado pelo vosso mundo. Aonde quer que estejais, está o centro do vosso mundo. Vós sois o centro, e todo o vosso exterior gira ao redor deste centro. Esta é a primeira lição na vereda da Iniciação. Aprendei-a!

Os mestres yogues ensinam que os aspirantes poderão acelerar a realização do «Eu» como um centro, se entrarem no silêncio ou estado de meditação, repetindo várias vezes o seu nome, lenta, refletida e solenemente. Este exercício tem o fim de concentrar a mente na ideia do «Eu», e muitos casos de aparecimento da aurora de iniciação resultaram desta prática. Alguns pensadores originais descobriram este método sem que lhes tivesse sido ensinado.

Um exemplo notável é o do poeta Tennyson, que escreveu que tinha atingido um grau de iniciação por esta maneira. Ele repetia muitas vezes o seu próprio nome, meditando ao mesmo tempo sobre a sua identidade, e relatava que se tornou consciente e podia «perceber» a sua realidade e imortalidade — em poucas palavras, reconhecia-se como um centro real de consciência.

Quando a alma se vê como um centro circundado pela sua circunferência, então está preparada para receber a Sabedoria e o Poder dos Mestres.


10.9.16

A MEDITAÇÃO NO MUNDO MODERNO – Paul Brunton



 
Antigamente se fazia da prática da meditação uma parte vital da vida diária. Nas mais antigas culturas ela era iniciada com o culto matinal do Sol. O Sol era apenas o símbolo da Grande Luz que o homem esperava encontrar dentro de si mesmo.

Porque temos nos esquecido de procurar internamente a iluminação, estamos perdidos nas trevas espirituais. Considerai a sempre crescente pressa e distração da vida moderna. Deus não é apenas negado, mas principalmente impedido de entrar.

As poucas vozes que ouvimos no mundo de hoje, as terríveis vozes da paixão cega e ódios cruéis, da irritabilidade, disputa e incompreensão, são as vozes de homens que nunca se voltarão para o interior, que perderam o entendimento de suas relações com a alma divina.

Se os indivíduos aprenderem a encontrar a paz interna, teremos seguramente a paz externa e eliminadas as guerras. É a natureza humana degenerada que cria as guerras. Nenhum pedaço de papel chamado tratado jamais curará o mundo das guerras.

A meditação, a ioga, é prática fundamental desta busca interna. Muitas pessoas têm idéias confusas sobre ioga e meditação. Acham que a meditação os levará a maravilhosas experiências sobrenaturais. Tanto pode ser como não. Imaginam que leva a desenvolver poderes ocultos. Pode e não produzir isso.


Não é necessário gastar o dia todo em quietude mental para encontrar o eu espiritual. Isso nem mesmo é aconselhável, porque a meditação prolongada implica na mais árdua façanha que o homem possa realizar. A imensa tensão do esforço para meditar durante todo o dia é demasiado grande para a maioria dos homens, e muitos podem descambar para a indolência, egoísmo ou hipocrisia.

É preferível dedicar um breve período cada dia, e tornar esse período realmente significativo, e depois parar e levantar-se. Não importa quão breve seja o tempo que lhe dediqueis, embora talvez um período de vinte minutos fosse realmente o mínimo mais prático.

Os melhores períodos são a aurora, o meio-dia e o por do sol. Ou podeis achar alguns minutos em qualquer hora do dia em que estejais a sós, quietos e sem ser incomodado, para iniciar vossa tentativa de por vossa mente em sintonia com o Infinito.

Depois de escolher determinada hora do dia, é aconselhável manter essa hora. Há diferentes métodos de meditação, porque somos todos constituídos de maneira diferente. Temos diferentes temperamentos, diferentes formações mentais, diferentes formações físicas, e por isso temos de encontrar o método que melhor nos convenha, aquele que nos ofereça a menor resistência.

Não é necessário adotar algum método que seja estranho a nosso temperamento; se o adotarmos não seremos bem sucedidos. Se sentir que pela oração e aspiração podeis obter melhor progresso que pela análise intelectual (vichara), adotai esse método.

O artista absorto na execução de um instrumento musical está meditando, porque ele se perdeu tanto na música que se esqueceu do mundo externo. Este formoso estado o conduziu ao mundo interno. Não é o estado final, mas o tirou do mundo material.

Numerosos profissionais e homens de negócios já praticaram meditação e ioga, porém sem o saberem. O problema é que eles meditam apenas em seus assuntos administrativos; não fogem do puramente pessoal.

Uma prática que pode ser de auxílio é o controle da respiração. Observai atentamente, durante alguns minutos, vosso movimento respiratório, diminuindo aos poucos a velocidade usual do ciclo respiratório completo. Entre a inalação e a exalação, prendei suavemente a respiração por um ou dois segundos. Nesse intervalo a mente se deterá e isso produzirá um estado de concentração interna.

Se conseguirdes alguma concentração mental, entrareis numa nova etapa. Deveis então perguntar quem está praticando a meditação. A resposta será: “Eu”. E então perguntar: “Quem sou eu?”, tendo claro em vossa mente que o corpo não é o “eu”.

O AMOR E O EU DIVINO – Paul Brunton




“Amor” é uma palavra muito abusada, mas seu melhor sentido é: harmonia com todo o Universo, com todos os seres vivos, com todas as criaturas manifestadas. Vós as amareis todas porque encontrastes dentro delas a mesma essência divina que está em vós.

Há em realidade apenas um Eu Divino, e encontrando-o encontrareis o Eu Divino da outra pessoa, e estareis implicitamente em harmonia com ela, quer ela saiba ou não. Manifestais para com essa outra pessoa uma atitude idêntica ao sentimento que manifestais para com vossa própria personalidade.

Existe amor real, quando há verdadeira identificação interna com a vida de outra entidade. Tornareis os interesses de todos os seres tão caros a vós como vossos próprios interesses. Dentro de vós nascerá uma grande compaixão pela humanidade ignorante e sofredora. O bem-estar de todas as criaturas será vosso.

Não necessitareis fazer nenhum esforço externo para ajudar os outros. Bastará vossa simples presença, porque sois um conduto do mundo do Infinito para vossos próximos finitos.
Resultado de imagem para meditação

O ESTADO DE AUSÊNCIA DE EGO – Paul Brunton




Após uma bem sucedida prática de ioga, vós conseguireis esvaziar a mente de todas as coisas, porque ioga é a criação do vácuo mental. Quando houverdes encontrado o vácuo, então vos atereis a ele, mesmo ao tratardes de assuntos mundanos.

Mesmo que um ator viva no palco o papel de outro personagem, em algum canto de sua mente ele está sempre consciente de quem e o que ele é. Do mesmo modo tendes de representar vosso papel na vida como o eu pessoal, mas no fundo de vossa consciência lembrar-vos de quem e do que sois. Assim alcançais a paz.

No mais íntimo de vosso ser fixai-vos neste estado vazio e deixai o ego pessoal subsistir como algo que é apenas uma parte de vós. Recordai-vos sempre de que ele não é a essência de vosso ser. Recordai-vos sempre disso, no fundo de vossa mente.

Repousai nesse vácuo interno, e o que quer que tiverdes de fazer, será feito do mesmo modo. Mas será feito espontaneamente através de vós, e sem haver a crença de que, como eu pessoal, sois o responsável por fazê-lo. É precisamente a corrente vital que vos está impulsionando.

Se tiverdes de matar um homem impessoalmente, como o faz um soldado defendendo sua pátria, vós o fareis exatamente. Não será criado nenhum mau destino, porque nenhum destino pode penetrar no vácuo. Tereis a paz perpétua, porque no vácuo não há nada que vos perturbe.

Os que encontram o Eu divino no fundo de sua mente saberão o que significa estar internamente calmo e ao mesmo tempo externamente ativo no mundo, porém sem ser do mundo. Não conheço bênção mais importante do que esta: o atingimento da verdadeira felicidade.

O vácuo dentro do divino átomo do coração é literalmente cheio de tranqüilidade, de intensa paz. O limiar oculto do Super-Eu se revela pela extraordinária quietude que a mente sente quando dele se aproxima durante a meditação.

Resultado de imagem para meditação

OS PERIGOS ATRÁS DO VÍCIO DO ÁLCOOL – Ramatis




São poucos os encarnados que sabem do terrível perigo que se esconde por detrás do vício do álcool, pois a embriaguez é sempre uma das situações mais visadas pelos espíritos viciados que procuram a desejada “ponte viva” para satisfação de seus desejos no mundo da matéria.

Os espíritos desencarnados e ainda escravos das paixões e vícios do corpo – em virtude da falta do corpo físico – são tomados de terrível angústia ante o desejo de ingerir o álcool com o qual se viciaram desbragadamente no mundo físico.

Devido à fácil excitabilidade do corpo astral, esse desejo se centuplica, na feição de uma ansiedade insopitável e desesperadora, como acontece com os viciados em morfina, que só se acalmam com a droga. É um desejo furioso, esmagador e sádico; a vítima alucina-se vivendo as visões mais pavorosas e aniquilantes.

E quando isso acontece com espíritos sem escrúpulos, eles são capazes de todas as infâmias e torpezas contra os encarnados, para mitigarem a sede de álcool, assemelhando-se aos mais desesperados escravos do vício dos entorpecentes.

Os encarnados que se viciam passam a ser acompanhados de espíritos de alcoólatras já desencarnados, ainda escravos do mesmo vício aviltante, que tudo fazem para transformar suas vítimas em “canecos vivos” para saciarem seus desejos.

O álcool ingerido pelo alcoólatra encarnado, depois que lhe atinge o estômago, volatiliza-se em operação progressiva, até alcançar sua forma etéreo-astral, em cujo momento os espíritos viciados podem então sugá-lo pela aura do infeliz beberrão.

Trata-se de uma espécie de repulsiva operação de vampirismo que, para satisfazer em parte aos desencarnados, exaure a vitalidade da vítima. Certas vezes aglomeram-se várias entidades viciadas sobre a aura de um mesmo bêbado, constituindo uma grotesca e degradante cena de sucção de álcool. Essas entidades se mostram irascíveis e irritadas quando seus pacientes não as atendem a contento deixando de beber a quantidade desejada para sua satisfação mórbida completa.

Trabalham furiosamente para que o infeliz aumente sua dose de álcool, pois ele representa o transformador que deve saturar-se cada vez mais a fim de cumprir a repulsiva tarefa de dar de beber aos viciados do Além.

Daí o motivo por que muitos alcoólatras insistem em afirmar que uma força oculta os obriga a beber cada vez mais, até que chegam a cair ao solo inconscientes.

Mesmo os homens dignos e educados devem ser extremamente cuidadosos e vigilantes quando tomarem parte em reuniões onde o tradicional aperitivo ou taça de champanhe pode conduzi-los à infeliz função de “canecos vivos”, se não fugirem do excesso de bebida que pouco a pouco pode levá-los a se sintonizar com as faixas magnéticas dos malfeitores do Além Túmulo.
Resultado de imagem para vicio da bebida

A MULHER E O VÍCIO DE FUMAR – Ramatis




A nicotina possui uma ação venenosa que causa a contração dos vasos sanguíneos, retardando o afluxo de sangue aos centros cerebrais superiores e às camadas sensitivas situadas externamente ao córtex cerebral. Devido a isso, os fumantes sofrem às vezes de certo “esquecimento” nas extremidades dos dedos, provocados pela falta de circulação capilar.

Essa toxicidade é muito mais branda no organismo masculino, devido a sua natureza mais rija e viril, enquanto que se torna profundamente molesta e gravosa no corpo feminino, pois a mulher é portadora de maior quantidade de vasos sanguíneos do que o homem, a fim de poder atender com êxito às trocas do quimismo nas fases críticas e nas épocas da procriação.

Por possuir um organismo muito mais delicado e profundamente sensível, e que, por ser o vaso procriador da vida, situa-se entre as forças astrais da vida oculta e as energias da animalidade do mundo material, a mulher sofre muito mais que o homem os efeitos perigosos da nicotina e outras substâncias do fumo.

A mulher que fuma envelhece mais rapidamente do que aquela que não fuma, pois a constrição sanguínea provocada pela nicotina rouba-lhe pouco a pouco o rosado da pele, devido à diminuição circulatória à superfície das faces. Então as rugas surgem mais cedo pois, reduzindo-se a quantidade de sangue necessária para irrigar a pele e remover as impurezas, os resíduos nocivos e gordurosos se demoram mais tempo e formam-se então as petrificações subcutâneas, que depois se revelam na forma de manchas, rugas, cravos e sardas.


Depois disso, não adianta à mulher defender-se heroicamente por detrás de potes de cremes, tinturas, ou por meio das químicas de salões modernos de beleza, pois o artifício já não evita de se mostrarem velhas precoces.

A mulher fumante, ainda, tende a gerar menor quantidade de filhos, e algumas chegam antes do tempo à esterilidade. As que fumam durante a gravidez são mais sujeitas às náuseas, vômitos, salivação, ataques nervosos, perturbações digestivas e reduzida filtração hepato-renal, pois a nicotina contrai o calibre das células cônicas hepáticas e dos bacinetes renais.

Nunca a mulher deveria se humilhar aos tristes arremedos de vícios detestáveis e próprios da imprudência masculina, como o sejam o fumo, o álcool ou a glutoneria.

A mulher moderna que se desbraga cada vez mais no vício do cigarro e da bebida torna-se grotesca e ridícula, pois imitando os vícios do homem e sem possuir sua força original, apenas se exibe em infeliz masculinização, que pouco a pouco lhe destrói o encanto milenar.

Embora seja mulher, não se esquivará de sofrer no além-túmulo os terríveis efeitos da nicotina astral a circular-lhe pelo perispírito, obedecendo fielmente à lei de que “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.

A GLÂNDULA PINEAL – Ramatis




Assim como o pensamento voltado para um apetitoso jantar estimula as secreções do aparelho digestivo, o pensamento voltado para o plano espiritual aciona a glândula pineal (chakra Sahasrara), por ser o órgão que comanda a atividade dos centros receptores das ondas rarefeitas das vibrações do plano espiritual.

O espírito interessado em desfazer as barreiras mais densas do plano físico comanda automaticamente esse órgão, o qual entra em funcionamento lançando sobre os nervos uma substância de composição rarefeita que os hipersensibiliza e, acumulando-se sobre os plexos, transmite-se aos chakras, despertando-lhes maior sensibilidade. Como modernos radares, os chakras captam da esfera espiritual circundante sinais mais ou menos nítidos, de acordo com sua capacidade própria.


Com o aperfeiçoamento da aparelhagem moderna, chegarão os homens, em época oportuna, a identificar na circulação sanguínea os elementos formadores da secreção da glândula pineal e então, já perfeitamente ajustados aos sentimentos nobres da vida, poderão possuir o controle sobre ela. Serão gigantes do conhecimento superior, grau que só lhes será permitido atingir num estágio elevado de evolução moral.

A interligação estabelecida entre os plexos e os chacras, através das irradiações da secreção pineal, permite a chegada ao cérebro das impressões, através dos nervos hipersensibilizados.

A sensibilidade generalizada do espírito tem origem no fato de não precisar canalizar vibrações densas ao órgão capaz de registrá-las, como sucede aos sentidos físicos. As impressões do meio espiritual são recebidas em conjunto pelos chakras ativados pela ação do pensamento, que age sobre a glândula pineal.