O
homem não evolui passando calmamente, numa linha ascendente direta,
de um ponto inferior para um ponto superior. Ele evolui arrastando-se
ao longo de um caminho tortuoso e espiralado, que sobe e desce e dá
voltas em torno de si mesmo.
O
progresso espiritual, mental e moral é ziguezagueante. Efetua-se o
desenvolvimento através de uma espiral de subidas e descidas
finalmente ascendente. A cada fluxo que avança, toca um ponto além
do ponto máximo anterior, e a cada refluxo, não volta tanto quanto
no refluxo anterior. O ciclo parece girar sobre si mesmo, mas é na
realidade uma espiral ascendente.
Desse
modo segue a evolução, da vida celular aos seres celestiais; cada
fase do desenvolvimento é finalmente seguida de sua fase
complementar de desintegração e colapso. O progresso é
intermitente, resultado total de uma longa série de triunfos e
reveses.

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