O número de pessoas
que continuam suas práticas regulares de meditação é muito menor que o número
de pessoas que a abandonam. A pressão da vida moderna é demais para elas.
Os ocidentais não
simpatizam muito com a meditação, em razão do esforço requerido para se
concentrar e introverter a atenção. Esse esforço os fadiga excessivamente e é
devido à falta de familiaridade e prática. Mas essa antipatia tem também um
elemento misterioso, cuja origem está escondida no desejo do ego de evitar
qualquer auto-aprofundamento que penetre além de sua superfície. Porque isso
levará à exposição e destruição do ego.
A Yoga não termina
quando o yogue pode se concentrar perfeitamente e manter sua mente quieta. Ele
deve ir além e dominar as avançadas fases da jnana yoga – a união com a
verdade. A Busca é muito maior que a meditação – ela inclui a meditação às
vezes, mas não necessariamente sempre.

A meditação acalma as
paixões e aquieta o ego, mas não o extingue. As paixões e o ego só serão
extintos através do pensar correto. O objetivo da meditação é chegar cada vez
mais perto do Centro do ser. É meditação o que os quakers chamam de "esperando no Espírito Santo," e o que
Swedenborg chamou de "abrir a mente ao influxo do Senhor".
Quando os filósofos
chineses usaram a frase "sentado em esquecimento," expressaram o
mesmo que os yogues hindus chamaram de "sentado em meditação." O
esquecimento se refere ao mundo e seus afazeres, suas cenas e eventos, bem como
se refere ao corpo físico.
❤
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