A dureza e a crueldade tendem para o
isolamento.
Podes atenuar muitas inquietações,
sabendo pô-las em foco antes de ter de senti-las. Pensa num próximo incômodo,
imagina-te sofrendo-o com serenidade, e quando ele se apresentar, já não terá
poder sobre ti.
Percamos a certeza instintiva de que
temos razão em nossas observações, e aprendamos a analisar-nos antes de
condenar outros.
As pessoas que não podem pensar, mas que
imaginam o contrário, não fazem grandes progressos. É melhor conhecer a própria
debilidade.
Ninguém deve impor sua vontade ao outro,
nem mesmo para fazer-lhe o bem.
Escute aquele cujos pensamentos são
diferentes dos seus, e assim pode descobrir qualquer aspecto novo da verdade.

O afeto pessoal não deve pesar na balança
da justiça.
As formas-pensamentos da imaginação e
desejos ficam na aura. Com o tempo seu número aumenta e atua sobre a pessoa com
força crescente. Assim os pensamentos do mesmo tipo aumentam de intensidade,
dominando-lhe a vida mental.
O bem é o que contribui para o progresso
da alma. O mal é o que retarda a evolução, o que prende a alma nos degraus
inferiores depois que as lições que pode assimilar lhe forem ensinadas.
O homem trabalha não por desejar
trabalhar, mas porque aspira ao dinheiro, fama etc. O desejo dos resultados
leva ao homem à ação (rajas), servindo assim para vencer a inércia (tamas).
A leitura é inútil, se não for
assimilada. Devemos ler menos e pensar mais.
Nada nos pode tocar que não nos corresponda,
que não tenha sido causado por nossos atos. Ninguém nos pode prejudicar senão
como instrumento da Lei. Conhecer a Lei nos dá serenidade e intrepidez. Cada
dívida saldada é uma dívida a menos.
Boa ação com mau motivo produz riqueza
exterior e infelicidade interior. Má ação com bom motivo produz sofrimento
físico e meio adverso, mas interiormente será feliz e paciente.

Se há mau pensamento sobre uma pessoa,
pense numa virtude ou boa ação praticada por ela. Se há ansiedade, pense na Boa
Lei que “poderosa e suavemente ordena todas as coisas”.
O elemental penetra na forma-pensamento e
faz o papel de alma. Forma-se no astral uma entidade independente, benéfica ou
maléfica, dependendo do motivo. Chamamos constantemente à nossa volta estes
enxames de elementais que se estabelecem nas diversas formas-pensamentos
disponíveis, de diferentes cores. De todos os lados, anjos e demônios criados
por nós mesmos nos rodeiam, agentes do bem e do mal, para o próximo como para
nós. A duração da existência destas formas-pensamentos depende da intensidade
inicial de energia e depois da repetição do mesmo pensamento, alimentando-as.
Estão ligadas a seu autor e agem sobre o organismo nervoso.
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