24.11.12

ANNIE BESANT - ENSINAMENTOS


A dureza e a crueldade tendem para o isolamento.

Podes atenuar muitas inquietações, sabendo pô-las em foco antes de ter de senti-las. Pensa num próximo incômodo, imagina-te sofrendo-o com serenidade, e quando ele se apresentar, já não terá poder sobre ti.

Percamos a certeza instintiva de que temos razão em nossas observações, e aprendamos a analisar-nos antes de condenar outros.

As pessoas que não podem pensar, mas que imaginam o contrário, não fazem grandes progressos. É melhor conhecer a própria debilidade.

Ninguém deve impor sua vontade ao outro, nem mesmo para fazer-lhe o bem.

Escute aquele cujos pensamentos são diferentes dos seus, e assim pode descobrir qualquer aspecto novo da verdade.

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O afeto pessoal não deve pesar na balança da justiça.

As formas-pensamentos da imaginação e desejos ficam na aura. Com o tempo seu número aumenta e atua sobre a pessoa com força crescente. Assim os pensamentos do mesmo tipo aumentam de intensidade, dominando-lhe a vida mental. 

O bem é o que contribui para o progresso da alma. O mal é o que retarda a evolução, o que prende a alma nos degraus inferiores depois que as lições que pode assimilar lhe forem ensinadas.

O homem trabalha não por desejar trabalhar, mas porque aspira ao dinheiro, fama etc. O desejo dos resultados leva ao homem à ação (rajas), servindo assim para vencer a inércia (tamas).

A leitura é inútil, se não for assimilada. Devemos ler menos e pensar mais.


Nada nos pode tocar que não nos corresponda, que não tenha sido causado por nossos atos. Ninguém nos pode prejudicar senão como instrumento da Lei. Conhecer a Lei nos dá serenidade e intrepidez. Cada dívida saldada é uma dívida a menos.


Boa ação com mau motivo produz riqueza exterior e infelicidade interior. Má ação com bom motivo produz sofrimento físico e meio adverso, mas interiormente será feliz e paciente.

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Se há mau pensamento sobre uma pessoa, pense numa virtude ou boa ação praticada por ela. Se há ansiedade, pense na Boa Lei que “poderosa e suavemente ordena todas as coisas”.

O elemental penetra na forma-pensamento e faz o papel de alma. Forma-se no astral uma entidade independente, benéfica ou maléfica, dependendo do motivo. Chamamos constantemente à nossa volta estes enxames de elementais que se estabelecem nas diversas formas-pensamentos disponíveis, de diferentes cores. De todos os lados, anjos e demônios criados por nós mesmos nos rodeiam, agentes do bem e do mal, para o próximo como para nós. A duração da existência destas formas-pensamentos depende da intensidade inicial de energia e depois da repetição do mesmo pensamento, alimentando-as. Estão ligadas a seu autor e agem sobre o organismo nervoso.




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