O coração espiritual à direita é a sede
da consciência, não a cabeça.
O eu individual reside no olho durante a
vigília, no pescoço durante o sonho e no Coração durante o sono profundo.
O fato de cada um assinalar seu peito
quando se refere a si mesmo prova que o Eu reside no Coração.

Cento e um nervos terminam no Coração e
setenta e dois mil originam-se deles e atravessam o corpo. O Coração é assim o
centro do corpo.
A luz no cérebro é luz refletida do
Coração. Quando a pessoa desperta do sono, ela é refletida na cabeça.
Não há necessidade de ninguém reformar o
país, antes de reformar a si mesmo.
Paz é o único indicativo da presença de
um sábio.
O poder que te criou também criou o
mundo, e cuidá-lo é assunto dele, não teu.
Pode o corpo ser a “consciência do eu”?
Não existia antes do nascimento, está ausente no sono e se converte em cadáver.
Anáhata é o chakra que fica atrás do
Coração.
A reforma do eu dá por resultado,
automaticamente, a reforma social.
O nome de cada um é apenas um, e este
nome é “Eu”. Cada um diz “Eu” e fala de si mesmo como “Eu”.


Existe o firme impulso de tua
determinação que te põe novamente sobre teus pés a cada queda e quebra. Gradualmente
os obstáculos são vencidos e tua corrente torna-se mais forte.
A mente é forçada a retirar-se dos
sentidos e isto causa naturalmente uma tensão, deslocamento ou ruptura
acompanhada de dor.
O reino vegetal está sempre em estado de
sono profundo (tamas). Os animais têm os estados de sono profundo e de sonho
(rajas). Os deuses estão sempre em estado desperto (sattva). O homem tem todos
os três estados.
Todas as atividades pelas quais o corpo
deve atravessar são determinadas quando ele ingressa na existência. Não está em
você que as aceite ou recuse. A única liberdade que você tem é voltar sua mente
para dentro e renunciar ali às atividades, desidentificando-se com o corpo e
não sendo afetado pelos prazeres ou dores consequentes de suas atividades.
Deve-se tentar ganhar equanimidade mental
sob todas as circunstâncias. Isto é poder da vontade. Sucesso e fracasso são
resultado do destino, e não da força da vontade.


Dor ou prazer é resultado do karma
passado e não do presente karma.
Quando a mente se volta para dentro é
ativa de um modo diferente e não está ansiosa em falar.
A causa de sua aflição não está em sua
vida externa, está em você. Toda infelicidade e dificuldade se devem ao ego.
Quando se vê o objeto desejado, quando
ele é perseguido e quando é saboreado – todas as três classes de prazer são
devidas ao desaparecimento de outros pensamentos.
Escolha a senda onde você vê que consegue
paz.
Ainda que a mente vagueie e esqueça seu
próprio Eu, há que permanecer alerta e recordar: “Eu não sou o corpo. Quem sou
eu?” retornando a mente à sua fonte.
Se você acha a vichara muito difícil,
siga repetindo “Eu-Eu” e isto o levará à mesma meta. Não há nenhum mal em usar
“Eu” como um mantra. É o primeiro nome de Deus, OM lhe é secundário.
Mesmo que você tentar não fazer seu
dever, você será obrigado à força a fazê-lo. Deixe o corpo completar a tarefa
para a qual veio a existir.
O coração não é um dos chakras; é o
centro e a fonte do ego e a morada do Eu, e é portanto o lugar de união.
Método de meditação: Fazer a mente voltar-se para dentro de si
mesma, sentar meditando e perguntar “Quem sou eu?”, focalizando ao mesmo tempo
a atenção no Coração.

A dissolução do conceito da dualidade parece ser uma das coisas mais difíceis dentro de um processo de despertar espiritual...
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