Para os sábios
da Índia, Aquele (cuja natureza é Sat-Chit-Ananda - Existência, Consciência e Felicidade Infinitas) é a única
realidade. Para o Ocidente, a matéria é a única realidade.
Possuir
montes de dinheiro e ter abundância de bombas e aviões significa
liberdade para o Ocidente. Para os sábios da Índia a liberdade se encontra no
Atman.
A
meta da Índia é a realização do Eu; a meta do Ocidente é
conseguir poder e domínio.
Para os sábios
da Índia, o autocontrole e a renúncia proporcionam felicidade; ao
Ocidente o prazer está na indulgência e na posse.
O
ideal da Índia é a prática da não-violência; o ideal ocidental é
“matar e conquistar”.
No
Ocidente, quem tem mais necessidades é o mais civilizado. O
ocidental considera selvagem quem tem poucas necessidades. O yogue
oriental é um selvagem aos olhos do ocidental. Os ocidentais ainda
não entenderam a grande verdade do axioma que diz: “Quanto menos
desejos, maior felicidade”.
A
cultura ocidental dirige a mente ao exterior, enquanto que a oriental
a dirige ao interior.
A
cultura ocidental torna o homem materialista e diabólico, enquanto
que a oriental torna o homem um ser divino.
Ramana Maharshi
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