21.6.17

O DUPLO ETÉRICO E AS DROGAS – Joseph Gleber


Funciona o duplo etérico para o ser encarnado como um manto protetor ou uma tela eterizada, que impede o contato constante e sem barreiras com o mundo astral, atuando também como proteção natural contra investidas mais intensas dos habitantes menos esclarecidos daquele plano e, ainda, protegendo o homem contra o ataque e a multiplicação de bactérias e larvas astralinas, que, sem a proteção da tela etérica, invadiriam a organização não somente do corpo físico, durante a encarnação, como a própria constituição perispiritual.

Quando, por meio de seus desregramentos e vícios, passa a consumir substâncias corrosivas, como o álcool, o fumo, a maconha e outras drogas, ou quando, no seu comportamento abusivo na esfera da moralidade, bombardeia a sensível tessitura do duplo, queimando-lhe e envenenando-lhe as células etéricas, o ser humano nele cria verdadeiras brechas, que ocasionam conseqüências nefastas.

Através delas, penetram as comunidades de larvas e vírus do subplano astral, comumente utilizadas por inteligências sombrias para facilitar-lhes o domínio sobre o homem; além disso, favorecem o assédio mais intenso das consciências vulgares, que usam o ser encarnado para saciar sua fome e sede de elementos materiais, quando não, para acirrarem ainda mais a perseguição contumaz e infeliz sobre a pobre vítima de seus desequilíbrios.


A ingestão de drogas mais fortes, como a maconha, o LSD, a cocaína e seus derivados, bem como de medicamentos específicos, cujos componentes químicos sejam inegavelmente tóxicos, violenta a tela etérica, provocando sua ruptura.

Sabemos que a lesão do duplo dificilmente se recompõe, donde vem a facilidade de as pessoas que fazem uso de tais tóxicos verem verdadeiras monstruosidades e aberrações quando estão sob o seu efeito devastador. Acontece que, sem a proteção dessa tela, que os manteria naturalmente protegidos dos habitantes dos subplanos astrais, começam a perceber as formas horripilantes, criadas e mantidas pelos seres infelizes que estagiam nas regiões mais densas do plano astralino. Falta-lhes a proteção etérica, que violentaram pelo consumo de drogas, estimulantes ou excitantes que lhes destruíram parte da proteção de que a natureza os dotou, para sua própria segurança na marcha evolutiva.

Embora essa destruição não seja completa, criando apenas rasgos ou brechas, é verdadeiramente nociva a sua falta, pois o duplo é de essencial importância para o equilíbrio do ser humano.

Quando isso ocorre, além dos recursos terapêuticos comumente empregados nas casas espíritas para tais casos, deve-se promover a doação e a transfusão de fluido vital, ectoplásmico, para suprir a falta ou para revitalizar a parte afetada do duplo etérico.




Um comentário:

  1. Um ensinamento muito bom e disso que necessito ,de um aprendizado profundo

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