Funciona
o duplo etérico para o ser encarnado como um manto protetor ou uma
tela eterizada, que impede o contato constante e sem barreiras com o
mundo astral, atuando também como proteção natural contra
investidas mais intensas dos habitantes menos esclarecidos daquele
plano e, ainda, protegendo o homem contra o ataque e a multiplicação
de bactérias e larvas astralinas, que, sem a proteção da tela
etérica, invadiriam a organização não somente do corpo físico,
durante a encarnação, como a própria constituição perispiritual.
Quando,
por meio de seus desregramentos e vícios, passa a consumir
substâncias corrosivas, como o álcool, o fumo, a maconha e outras
drogas, ou quando, no seu comportamento abusivo na esfera da
moralidade, bombardeia a
sensível tessitura do duplo, queimando-lhe e envenenando-lhe as
células etéricas, o ser humano nele cria verdadeiras brechas, que
ocasionam conseqüências nefastas.
Através
delas, penetram as comunidades de larvas e vírus do subplano astral,
comumente utilizadas por inteligências sombrias para facilitar-lhes
o domínio sobre o homem; além disso, favorecem o assédio mais
intenso das consciências vulgares, que usam o ser encarnado para
saciar sua fome e sede de elementos materiais, quando não, para
acirrarem ainda mais a perseguição contumaz e infeliz sobre a pobre
vítima de seus desequilíbrios.
A
ingestão de drogas mais fortes, como a maconha, o LSD, a cocaína e
seus derivados, bem como de medicamentos específicos, cujos
componentes químicos sejam inegavelmente tóxicos, violenta a tela
etérica, provocando sua ruptura.
Sabemos
que a lesão do duplo dificilmente se recompõe, donde vem a
facilidade de as pessoas que fazem uso de tais tóxicos verem
verdadeiras monstruosidades e aberrações quando estão sob o seu
efeito devastador. Acontece que, sem a proteção dessa tela, que os
manteria naturalmente protegidos dos habitantes dos subplanos
astrais, começam a perceber as formas horripilantes, criadas e
mantidas pelos seres infelizes que estagiam nas regiões mais densas
do plano astralino. Falta-lhes a proteção etérica, que violentaram
pelo consumo de drogas, estimulantes ou excitantes que lhes
destruíram parte da proteção de que a natureza os dotou, para sua
própria segurança na marcha evolutiva.
Embora
essa destruição não seja completa, criando apenas rasgos
ou
brechas,
é
verdadeiramente nociva a sua falta, pois o duplo é de essencial
importância para o equilíbrio do ser humano.
Quando
isso ocorre, além dos recursos terapêuticos comumente empregados
nas casas espíritas para tais casos, deve-se promover a doação e a
transfusão de fluido vital, ectoplásmico, para suprir a falta ou
para revitalizar a parte afetada do duplo etérico.

Um ensinamento muito bom e disso que necessito ,de um aprendizado profundo
ResponderExcluir