As drogas, infelizmente, não vêm
merecendo das autoridades constituídas o devido empenho no seu combate. Ao
continuarem se alastrando, comprometendo gerações, não sabemos como há de ser o
futuro da Humanidade.
Os traficantes profissionais são
espíritos obsessores reencarnados; foram do Mundo Espiritual para a Terra com o
propósito de disseminar o vício, impedindo que os espíritos deem sequência ao
seu esforço de evolução – no fundo, trata-se de oposição declarada ao
Evangelho... Nunca, na História da Humanidade, houve uma guerra que vitimasse
tanta gente! Milhares e milhares tombam todos os dias, rendendo-se ao uso da
maconha, da cocaína, da heroína e de outras drogas que vêm sendo desenvolvidas
nos laboratórios das Trevas...
As drogas afetam a máquina cerebral e,
em consequência, anulam a capacidade de discernir – o espírito, então, passa a
ser duplo prisioneiro da matéria: além das limitações naturais que o corpo lhe
impõe, sente-se constrangido a viver para atender aos reclamos do vício! A
droga, por assim dizer, provoca uma subjugação da natureza física e moral – é o
que, verdadeiramente, chamaríamos de possessão!
A situação dos que chegam deste Outro
Lado vítimas de overdose é lastimável! Temos socorrido jovens em tal
situação, que requisitam ser isolados em celas especiais, por tempo
indeterminado; o uso contínuo de drogas cria uma dependência que não cessa com
a morte...
Nossos médicos vêm se dedicando ao
tratamento dos que desencarnam na condição de espíritos suicidas, porque se
entregam completamente ao vício. Um viciado de muitos anos não se
descondiciona com facilidade; a química
da droga altera a química do cérebro, ocasionando certas mutações que a ciência
do mundo ainda não detectou... A droga é um vírus mutante! É
impressionante o seu poder de modificar a personalidade...
Os jovens desencarnados com os quais
tenho conversado parecem não me escutar: alienam-se quase por completo e estou
convencido de que somente a terapêutica da reencarnação poderá auxiliá-los de
modo mais efetivo; todavia, inevitavelmente – refiro-me à maioria -, renascerão
com tendências que, se não combatidas desde a infância, os induzirão a repetir
a desastrosa experiência...
Tenho catalogados diversos espíritos
que por seguidas encarnações foram drogados! Começaram bebendo e,
simplesmente, fumando, aprofundando-se, após, no uso de outros produtos
tóxicos, inclusive de medicamentos que circulam no mercado: antidepressivos,
antialucinógenos, analgésicos derivados da morfina...
Existem organizações de espíritos
desencarnados que se dedicam com exclusividade à disseminação das drogas entre
a juventude. Essas organizações situam-se nas mais baixas regiões do Mundo
Espiritual e não são de fácil acesso. O Mal sabe se defender e se preservar...
A insanidade está em toda parte: existem químicos desencarnados que, a serviço
de inteligências perversas, desenvolvem pesquisas laboratoriais, na tentativa
de potencializar a ação de drogas já conhecidas e descobrir novos agentes
tóxicos, para inspirá-los à indústria do crime...
O tráfico de drogas é alimentado dos dois
Lados da Vida e, de certa forma, funciona em sintonia... Os que deixam o corpo
não se regeneram de imediato e nem sofrem as conseqüências de seus desmandos,
com a rapidez que imaginamos... Os traficantes que morrem vão para as
trevas para continuarem traficando... até que comecem a sofrer; que se
arrependam; que se cansem de fazer o mal; que reencarnem em circunstâncias
adversas, de verdugos passando a vítimas.
Os policiais sérios, mormente os que
pereceram em serviço, continuam deste Lado da Vida se dedicando ao cumprimento
da lei... Juízes assassinados, delegados, promotores, advogados, enfim todos os
que se sacrificaram pela justiça, graduados ou não, não esmorecem no combate à
criminalidade e seguem caçando os infratores.
Há um terrível e tenebroso plano das Trevas, que,
pela disseminação das drogas, pretendem levar a Humanidade á mais completa
degradação. O vício destroi a personalidade, conduz à apatia, à prostração
física e mental, induzindo as suas vítimas ao desregramento e à perversão
sexual, à mais completa inanição em termos de esforço próprio.

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