O
sacrifício habitual de touros, cabritos, carneiros e aves, entre judeus,
mascarava a sede de sangue dos espíritos monstruosos do Além, os quais
incentivavam tais práticas tenebrosas a fim de compensarem a redução dos
massacres humanos dos antigos ritos pagãos.
Eles
vampirizavam as carnes tenras das crianças sacrificadas aos ídolos bárbaros,
assim como os civilizados de hoje exigem, epicuristicamente, a carne da vitela
para satisfazer o seu carnivorismo insaciável.
Embora
os próprios sacerdotes, às vezes, percebessem em sua "visão
astralina" a presença dos detestáveis vampiros banqueteando-se no sangue
dos sacrifícios, eles também fingiam ignorar o acontecimento, porque viviam
nababescamente da "indústria da morte", tal qual hoje ainda se vive
do massacre, nos matadouros e frigoríficos!
Os
templos pagãos com a degola e a queima de crianças e jovens, os templos judeus
com o morticínio de animais e aves, eram verdadeiras filiais de fornecimento de
tônus vital cobiçado pelos espíritos subvertidos do Além-túmulo, tal qual ainda
se faz hoje nos candomblés africanos e outros ritos primitivos.
Mas o
sangue vertido inutilmente volta-se por Lei Cármica contra os seus próprios
responsáveis, marcando-os como futuras vítimas do vampirismo, feitiçarias ou
obsessões.
Aliás,
o homem resgata, quase de imediato, a sua defecção para com os animais, porque
herda as doenças que eles não podem denunciar antes do corte, em face de sua
impotência verbal. Então proliferam hepatites, tumorações, anemias perniciosas,
decomposições sangüíneas, nefrites, hipertrofias, artritismos, úlceras, chagas
e principalmente o parasitismo incontrolável de amebas, giárdias,
estrongilóides, triconocéfalos, helmintos, oxiúros, tênias, ascárides ou
diversos protozoários patogênicos.
Os
homens ainda poderiam gozar de alguns conceitos favoráveis junto à
Administração Sideral, mesmo alimentando-se de carne, caso o fizessem
exclusivamente da caça de aves e animais selvagens, cujo psiquismo primário
ainda não os perturba na morte súbita, porque estão vinculados a um
Espírito-Grupo.
Mas
eles agravam suas culpas, porque além de mistificarem os infelizes irmãos
menores através de uma assistência aparentemente fraterna, à base de antibióticos,
vacinas, rações especializadas e cuidados quase maternais, depois os devoram
impiedosamente sob as mais requintadas formas de cozidos e assados!
Algumas
espécies animais, como o cão, camelo, elefante, carneiro, macaco, gato e
principalmente o cavalo, já possuem bem desenvolvido o corpo astral, que lhes
permite dar vazão a emoções e sentimentos a caminho de humanização. O
cavalo, no entanto, já demonstra rudimentos de raciocínio, e começa a revelar
essa qualidade no campo da aritmética e no discernimento familiar dos locais
que percorre freqüentemente, como no caso dos cavalos de padeiros, que após
determinados ensinos podem visitar a freguesia sem qualquer comando humano.
É
evidente que, se o cavalo já apresenta comprovações da "razão
humana", os comedores de carne de cavalo começam a praticar novamente a
"antropofagia", isto é, devoram carne humana!
Enquanto
existir sangue à disposição dos vampiros do Além, a obsessão, o feitiço, a
tragédia, a desventura e a doença ainda serão patrimônios cármicos da
humanidade terrícola!
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