SADASIVA
BRAHMAN: viveu no início do século XIX. Certa vez se achava em samadhi
às margens de um rio, e com a cheia deste, ele foi totalmente coberto
com o barro das águas. Nesse estado permaneceu durante meses sepultado.
Um dia, os agricultores que se achavam lavrando a terra, feriram sua
cabeça e brotou sangue do ferimento. Os agricultores ficaram assombrados
e decidiram cavar a terra em torno do yogue. Sadasiva se levantou
impávido, afastando-se. Numa outra ocasião alguns arruaceiros o atacaram
com paus com a intenção de lhe golpear. Mas ao levantar as mãos,
perceberam que não podiam movê-las, ficando ali paralisados como
estátuas. Em outra ocasião, entrou inconsciente em êxtase na tenda de um
chefe tribal, e este enfurecido cortou-lhe a mão com uma espada.
Sadasiva se retirou com um sorriso nos lábios. O chefe, percebendo que
se tratava de um grande sábio, pegou a mão cortada e partiu à procura de
Sadasiva. Encontrando-o disse: 'Oh meu senhor, imploro-te perdão!'
Sadasiva tocou simplesmente a parte cortada com sua outra mão e apareceu
uma nova. Sadasiva o perdoou.
TRILINGA
SWAMI: sua vida se prolongou por 280 anos. Sri Ramakrishna o viu em
Benares, por volta de 1875. Tinha o hábito de viver sob as águas do
Ganges durante seis meses sem interrupção e a dormir no templo de
Viswanath colocando seus pés sobre o Siva Linga. Numa ocasião tirou a
espada do governador e a jogou no Ganges. Como o governador reclamava a
devolução de sua espada, Trilinga entrou na água, voltando com duas
espadas exatamente iguais, com grande assombro do governador, que não
podia reconhecer qual era a sua. Como andava nu, a polícia
frequentemente o prendia, mas as grades não podiam contê-lo, e o swami
logo depois era visto andando livremente sobre os telhados das casas de
Benares (Varanasi).
Trailanga Swami (ou Trilinga Swami)
Trailanga Swami (ou Trilinga Swami)
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