O
caráter pode ser modificado, mudado e, às vezes, totalmente
transformado por meio de uma inteligente aplicação das faculdades
mentais subconscientes. A prática yogue de formação do caráter
baseia-se no conhecimento das admiráveis forças do plano mental
subconsciente.
A
extirpação dos traços característicos inconvenientes realiza-se
quando o discípulo cultiva os traços que lhe são opostos. Por
exemplo, se o discípulo quer vencer o medo, não se lhe ensina a
concentrar-se sobre o medo com a ideia de o destruir, mas em vez
disso ensina-se-lhe que deve mentalmente negar que tem medo e,
depois, concentrar a sua atenção sobre o ideal de coragem. Quando
estiver desenvolvida a coragem, o medo desaparece. O positivo vence
sempre o negativo.
O
caráter de uma pessoa é grandemente o resultado da qualidade dos
pensamentos tidos na mente e dos ideais ou imagens mentais que a
pessoa traz consigo.
Quem
se vê e imagina sempre como infeliz e vencido, é muito capaz de
aumentar as ideias das formas de pensamento destas coisas até que
toda a sua natureza venha a ser dominada por elas, e todos os seus
atos objetivam esses pensamentos, tomando-o realmente infeliz e
fraco. Pelo contrário, o homem que nutre um ideal de sucesso e bom
êxito, achará que a sua natureza mental inteira parece colaborar
para a objetivação do seu ideal, tornando-o feliz e forte. E assim
em relação a qualquer outro ideal.
A
pessoa que forma e alimenta em si uma ideia de ciúme, facilmente
poderá objetivar e criar inconscientemente as condições que darão
ao ciúme o alimento para se nutrir. A mente é elástica, para quem
conhece o segredo de sua manipulação.
Cada
um faz-se a si mesmo positiva ou negativamente. Negativamente, se se
deixa modelar pelo pensamento e ideais de outros; e positivamente, se
se modela a si mesmo. O homem fraco é aquele que se deixa modelar
por outros: o forte é aquele que tem o processo da sua formação
nas próprias mãos.
O
princípio que serve de base a toda teoria yogue da formação do
caráter pelo intelecto subconsciente é que o Eu é o Senhor da
mente, e que a mente é plástica para as ordens do Eu. O «Eu» do
indivíduo é o seu único princípio real, permanente, imutável; a
mente, como o corpo, está constantemente em mudança e movimento,
cresce e morre. Da mesma maneira como o corpo pode ser desenvolvido e
educado por meio de exercícios inteligentes, assim também a mente
pode ser desenvolvida e educada pelo Eu, se se aplicarem métodos
inteligentes.
As
causas do caráter são: 1) Resultado de experiências feitas nas
vidas passadas; 2) Hereditariedade; 3) Ambiente; 4) Sugestão dada
por outros; 5) Auto-sugestão.
Porém,
de qualquer modo que tenha sido formado o nosso caráter, ele pode
ser modificado, modelado, mudado e melhorado.
A
ideia básica da auto-sugestão é o «querer» do indivíduo que se
façam as mudanças na sua mente, sendo esta volição ajudada pelos
métodos inteligentes e experimentados de criar o novo ideal ou forma
de pensamento. A primeira condição necessária para realizar as
mudanças é o «desejo» da mudança. Enquanto não desejardes
realmente que haja tal mudança, não podeis levar a vontade à,
tarefa. Há uma estreita conexão entre o desejo e a vontade. A
vontade não costuma ser induzida a um objeto, senão quando é
inspirada pelo desejo Algumas pessoas ligam a palavra desejo com as
inclinações baixas, mas ela é igualmente aplicável às
superiores. Se alguém combate uma inclinação ou um desejo
inferior, faz isso também porque tem uma inclinação ou possui
desejo superior.
O
desejo pode ser formado quando se permite à mente ocupar-se com o
objeto até que comece a desejá-lo. Esta regra rege ambos os
caminhos, como muitos acharam à sua tristeza e miséria. Pode-se
tornar assim não só um desejo recomendável, como também
repreensível. Um pouco de reflexão vos convence da verdade disto.
Um jovem não tem desejo de se entregar aos excessos de uma vida
«leviana». Algum tempo depois, porém, ouve ou lê alguma coisa
sobre outros que levam a vida assim e começa a permitir à sua mente
ocupar-se do assunto, pensando nele e examinando-o mentalmente, e
saturando com ele a sua imaginação.
Depois
de algum tempo começa a sentir um desejo que se enraíza e
desenvolve gradualmente. E se continuar a nutrir o objeto na sua
imaginação, chega, por fim, a sentir em si uma inclinação
nascente, que tentará com insistência exprimir-se em ação.
Há
muita verdade nas palavras do poeta:
«O
vicio é tão feio que, visto à luz,
Só
nojo e ódio ao homem bom produz.
Mas
se o vê frequentemente, o nojo passa,
o
homem aceita-o e, por fim o abraça».
E
as loucuras e crimes de muitos homens devem-se ao crescimento de um
desejo na sua mente; eles plantaram a semente, regaram-na e cuidaram
dela, para que crescesse: — o desejo cresceu. Lembrai-vos sempre,
porém, de que a força que conduz para baixo pode ser transmutada e
usada para conduzir para cima.
É
tão fácil plantar e fazer crescer desejos sãos e úteis, como
maus. Se tendes a consciência de certos defeitos e deficiências no
vosso caráter (e quem não os tem?) e achais que não possuís ainda
o desejo bastante forte para fazerdes a necessária mudança, deveis
começar por plantar a semente do desejo e deixá-la crescer sob
vosso cuidado e constante atenção. Deveis fazer-vos à imagem das
vantagens da aquisição dos traços de caráter que desejais ter.
Deveis frequentemente pensar neles, imaginando que já os possuís.
Assim achareis que o desejo crescente aumenta e que, a pouco e pouco,
sentis cada vez mais a necessidade de possuir aqueles traços de
caráter. E quando começardes a sentir esta necessidade com bastante
força achareis que também experimentais na vossa consciência um
sentimento de possuirdes força de vontade suficiente para realizar o
desejo: a vontade segue depois do desejo. Cultivai um desejo e
achareis depois a vontade para o realizar. Sob a pressão de um
fortíssimo desejo praticaram, alguns homens, atos semelhantes a
milagres.
Se
achais que possuís desejos que vos são prejudiciais, podeis
livrar-vos deles deixando-os morrer por falta de alimento e, ao mesmo
tempo, fazendo crescer desejos opostos. Recusando-vos a pensar nos
desejos inconvenientes, tirai-lhes o alimento mental necessário à
sua existência. Da mesma forma que morrerá uma planta a que tirais
o solo e a água que a nutrem, assim também morrerá um desejo
inconveniente, se vos recusais a dar-lhe alimento mental. Não
permitais à mente ocupar-se de tais desejos, e desviai resolutamente
a atenção e sobretudo a imaginação do objeto.
E
enquanto vos recusais a entreter o hóspede desagradável, haveis de
fazer crescer com firmeza um desejo de natureza totalmente oposta —
um desejo diretamente oposto ao que estais a eliminar. Fazei a imagem
do desejo oposto, e pensai nela amiúde. Fazei com que a vossa mente
pouse nela com agrado e que a imaginação ajude a dar-lhe forma.
Pensai nas vantagens que vos trará a sua plena possessão e fazei na
vossa imaginação um quadro em que vos vejais possuidor da qualidade
almejada e como esta vos dá nova força vital e novo vigor.
Tudo
isto vos levará gradualmente ao ponto em que delibereis «querer»
possuir tal força. Em seguida, preparai-vos para dar o primeiro
passo para diante, que é a «fé» ou «expectação confiante».
Muitas
pessoas são incapazes de ter fé ou esperar com confiança, quando
precisam; em tais casos, devem adquirir a fé gradualmente. Quanto
mais fé ou confiança tiverdes no bom êxito do trabalho da formação
do caráter, tanto maior será o vosso sucesso. Desejo forte e fé ou
expectativa: eis os primeiros dois passos. O terceiro é a força de
vontade.
Com
a palavra «força de vontade» não pensamos naquela coisa que cerra
os punhos e franze as sobrancelhas — a que alguns dão, falsamente,
o nome de «vontade». A vontade não se manifesta deste modo. A
verdadeira vontade aparece quando reconhecemos o nosso «Eu» e
pronunciamos a palavra de mando daquele centro de poder e força. É
a voz do «Eu». E é necessária, nesta operação de formação de
caráter.
Agora
estais, pois, pronto para operar, possuindo: 1) um desejo forte; 2)
fé ou expectativa confiante; e 3) a força de vontade. Com esta
tríplice arma, alcançareis o sucesso.
Em
seguida, vem o trabalho mesmo. Os nossos caracteres são formados de
hábitos que herdamos ou que adquirimos. Refleti sobre isto e
achareis que é assim. Fazeis certas coisas sem nelas pensar, porque
adquiristes o hábito de as fazer. Agis em certas direções, porque
constituístes o hábito. Estais habituados a ser fiéis,
verdadeiros, honestos, virtuosos, porque adquiristes e firmastes o
hábito de sê-lo. A formação do caráter é formação de hábitos.
E mudar o caráter é mudar os hábitos.
E
lembrai-vos que o hábito pertence quase inteiramente à mentalidade
subconsciente. É verdade que os hábitos se originam na mente
consciente, mas quando estão estabelecidos, caem nas profundidades
da mentalidade subconsciente e transformam-se na «segunda natureza»
que, muitas vezes, é mais poderosa que a natureza original da
pessoa.
A
impressão dada à mentalidade subconsciente aprofunda e alarga-se
durante o intervalo de descanso. O melhor método é fazer frequentes
e fortes impressões e, depois, dar razoáveis períodos de descanso
para que a mentalidade subconsciente possa fazer o seu trabalho. Com
o termo «fortes impressões», pensamos impressões dadas sob forte
atenção.
Um
escritor disse, com toda a razão: «Semeai um ato, colhereis um
hábito; semeai um hábito, colhereis um caráter; semeai um caráter,
colhereis um destino», reconhecendo, assim, que o hábito é a fonte
do caráter.
Assim,
vemos que a modelação, modificação, e formação do caráter
dependem, em grande parte, da criação de hábito. Qual o melhor
método de criar hábitos, será a questão mais próxima. A resposta
do yogue é: «Formai uma imagem mental e depois assentai o vosso
hábito em torno dela». E nesta sentença condensou um sistema
inteiro.
Tudo
que vemos que tem forma, é construído sobre a base de uma imagem
mental. Esta é a regra do universo e, na formação de um caráter,
seguindo simplesmente uma casa, pensamos primeiro na «casa» de um
modo geral. Depois começaremos a pensar na «espécie» de casa. Em
seguida, vamos aos pormenores. Depois consultamos um arquiteto e ele
faz-nos um plano; este plano é sua imagem, sugestionada por nossa
imagem mental. Em seguida, aceito o plano, consultamos o construtor
e, por fim, a casa está construída, — uma imagem mental
objetivada. E assim é com todos os objetos criados ou produzidos —
tudo é manifestação de uma imagem mental.
E
assim, quando desejamos criar um traço de caráter, havemos de
formar uma clara e distinta imagem mental do que queremos. Formai uma
imagem clara e distinta, e segurai-a na vossa mente. Depois começai
a construir em torno dela. Deixai os vossos pensamentos pousarem
nessa imagem mental. Fazei com que a vossa imaginação vos veja como
possuindo o referido traço de caráter e ponde-o em ação. Ponde-o
em ação na vossa imaginação, repetidas vezes, tantas quantas
forem possíveis, perseverando e continuamente vendo-os manifestar o
dito característico numa variedade de circunstâncias e condições.
A medida que fordes fazendo assim, achareis que, gradualmente,
começais a exprimir o pensamento em ação — objetivar a imagem
mental subjetiva. Tornar-se-á «natural» agirdes de acordo com a
vossa imagem mental, até que, por fim, o novo hábito estará
firmemente fixo no vosso ânimo e virá a ser o vosso natural modo de
ação e expressão.
Desta
maneira, não só podemos elevar o nosso caráter moral, como também
modelar o nosso eu inferior para se conformar melhor às necessidades
do ambiente e da ocupação. Se alguém tem falta de perseverança,
pode-a adquirir; se está cheio de medo, pode substituí-lo por
coragem; se lhe falta a confiança em si mesmo, pode obtê-la. Com
efeito, não há traço que não possa ser desenvolvido desta
maneira. Há pessoas que se transformaram totalmente, seguindo este
método de formação do caráter.
Há
pessoas com falta de confiança em si próprio — incapacidade de
conservar o próprio valor na presença de outras pessoas
—incapacidade de dizer «Não» — sentimento de inferioridade com
os que tinha contacto.
Pensamento
preliminar: Deveis fixar firmemente na vossa mentalidade o fato de
que sois igual a qualquer pessoa. Viestes da mesma fonte. Sois uma
expressão da mesma Vida Una. Aos olhos do Absoluto, sois igual a
qualquer pessoa, ainda que seja a que ocupa a mais alta posição do
país.
A
verdade é: «As coisas como Deus as vê» — e, em verdade, vós e
qualquer homem (ou mulher) sois iguais e, enfim, sois Um. Todos os
sentimentos de inferioridade são ilusões, erros e mentiras, e não
têm existência verdadeira.
Quando
estiverdes em companhia de outros, lembrai-vos deste fato e
reconhecei que o Princípio da Vida em vós fala ao Principio de Vida
neles. Deixai o Princípio de Vida fluir através de vós, e
esforçai-vos por ver o mesmo Principio de Vida atrás e além da
personalidade da pessoa em cuja presença estais. Ela (esta pessoa)
oculta sob o véu da personalidade o Principio de Vida, da mesma
forma que vós o fazeis. Nada mais, nada menos! Vós ambos sois Um na
verdade. Deixai irradiar a consciência do «Eu» e sentireis enlevo
e coragem, e o outro sentirá a mesma coisa. Tendes em vós mesmo a
fonte da coragem moral e física e não tendes nada a temer;
intrepidez é a vossa herança divina; apossai-vos dela.
Tendes
a consciência de vós mesmo; o vosso «Eu» não é limitado à
mesquinha personalidade; tende confiança nesse «Eu» real. Penetrai
no vosso interior, até sentirdes a presença do «Eu», e então
tereis uma confiança em vós mesmo que nada pode abalar nem
perturbar.
E
quando tiverdes atingido a consciência permanente do «Eu»,
estareis em equilíbrio. Uma vez que tenhais reconhecido que sois um
centro de poder, não vos será difícil dizer: «Não!» quando
convier dizê-lo. Uma vez que tenhais reconhecido a vossa verdadeira
natureza — o vosso «Eu» Real — perdereis todo o sentimento de
inferioridade e sabereis que sois uma manifestação da Vida Una e
que tendes por vós a força, o poder e a grandeza do Cosmos.
Sugerimo-vos
algumas palavras que cristalizem a ideia principal e que deveis
segurar na mente. Estas palavras são: «Eu Sou», coragem,
confiança, equilíbrio, firmeza, igualdade. Gravai-as na memória e
depois esforçai-vos por fixar na vossa mente uma clara concepção
do significado de cada uma dessas palavras, de maneira que cada uma
represente uma ideia viva, quando as pronunciardes. Tende cuidado em
não as repetir sem pensar, como papagaios. O significado de cada
palavra deve estar claro diante de vós para o sentirdes, quando
disserdes a palavra. Repeti essas palavras frequentemente, quando se
apresenta a oportunidade, e, em breve, começareis a notar que agem
sobre vós como um forte tônico mental, produzindo um efeito
fortificante. E todas as vezes que repetirdes essas palavras, com
entendimento, tereis feito alguma coisa para clarificar o caminho
mental pelo qual desejais viajar.
Prática
— Quando não tiverdes que fazer e vos puderdes entregar aos
«sonhos de dia», sem prejuízo dos vossos negócios e deveres,
evocai a vossa imaginação e esforçai-vos por fazer uma imagem de
vós mesmo como possuindo as qualidades indicadas pelas palavras
acima dadas. Imaginai que estais em circunstâncias muito tentadoras
e fazeis uso das qualidades desejadas e que as manifestais
plenamente. Esforçai-vos por fazer uma imagem mental de vós mesmos
desempenhando bem o vosso papel e exibindo as qualidades desejadas.
Escolhei bem o papel que deveis representar — o caráter que
desejais possuir — e, depois, fixando-o bem na vossa mente,
praticai, praticai, praticai. Conservai o vosso ideal sempre diante
de vós e esforçai-vos por crescer até ele. Se vos exercitardes em
paciência e perseverança, tereis bom êxito.
Alguma
coisa mais. Não limiteis a vossa prática apenas a ensaios
particulares. Precisareis de ensaiar também em público. Por isso,
quando vedes que já estais preparado, passai a exercitar os vossos
crescentes hábitos, destinados a formar o vosso caráter, na vossa
vida quotidiana. Escolhei primeiro os casos mais fáceis e
experimentai-os. Achareis que sereis capaz de vos tornar senhor de
condições que outrora vos causavam grandes dificuldades.
Tornar-vos-eis conscientes de uma força e de um poder que vêm do
vosso interior, e reconhecereis que realmente sois uma pessoa
transformada.
Deixai
o vosso pensamento expressar-se em ação, sempre que for
conveniente. Mas não tenteis forçar o sucesso para experimentar a
vossa força. Não obrigueis, por exemplo, as pessoas a pedir-vos
favores, para poderdes dizer: «Não!» Encontrareis muitíssimos
casos e ocasiões próprias, sem as provocar. Acostumai-vos a olhar
as pessoas nos olhos e a sentir o poder que está detrás e dentro de
vós. Em breve, podereis ver através das personalidades e reconhecer
que não são senão uma parte da Vida Una, olhando outra parte e que
não há motivo de se assustar.
O
reconhecimento do vosso «Eu» real tornar-vos-á capaz de manter o
equilíbrio em qualquer circunstância, por mais tentadora que seja,
se abandonardes a vossa falsa ideia a respeito da vossa
personalidade. Tudo o que vos tem afligido não é mais que pequenos
acidentes da vida pessoal que são reconhecidos como ilusões, do
ponto de vista da Vida Universal.
Enchei
a vossa alma com o forte desejo de cultivar aqueles hábitos mentais
que vos tornam fortes. É plano da natureza produzir fortes
expressões individuais de si mesma, e com gosto vos ajudará para
vos tornardes forte. O homem que deseja fortificar-se encontrará
sempre grandes forças a seu lado que o auxiliarão, porque está
realizando um plano favorito da natureza, que ela vai elaborando já
desde há séculos. Tudo o que vos leva a reconhecer e manifestar o
vosso poder, tende a fortalecer-vos e põe à vossa disposição o
auxílio da natureza.
Podeis
testemunhá-lo todos os dias: a natureza parece gostar de indivíduos
fortes e deleita-se em ajudá-los a avançar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário