O feijão
soja é um dos mais completos alimentos, cuja fartura de proteínas
vegetais compensa admiravelmente o abandono da alimentação
carnívora. Conforme estudos e conclusões da vossa ciência, um
quilo de feijão soja equivale, mais ou menos, a dois quilos de
carne, ou então a sessenta ovos, ou ainda a doze litros de leite.
Contém
ainda boa quantidade de gorduras, apesar de ser uma planta
leguminosa; e devido à sua reduzida quantidade de hidratos de
carbono, pode servir de alimento para os diabéticos.
Embora
com menor dose de vitaminas, sendo insuficiente para a necessidade
diária do homem, é uma das melhores fontes de calorias, e só perde
em quantidade para o amendoim e o queijo gordo, levando grande
vantagem sobre a carne pois, enquanto um quilo de carne de vaca
apresenta de 1.800 a 1.900 calorias, o feijão soja alcança até
3.500 calorias!
Devido à
pouca quantidade de hidrato de carbono, a farinha de soja não se
presta para uso isolado, tal como acontece com o trigo, mas pode ser
usada em combinação com o leite, azeite, queijo ou mistura com
outros produtos ou alimentos, e os grãos selecionados também
proporcionam ótimas saladas.
O azeite
de soja é, realmente, uma boa fonte de compensação para aqueles
que se devotam à alimentação vegetariana.
Não
aconselhamos a ninguém, no Ocidente, que repudie o leite, ovos,
manteiga, queijo ou quaisquer produtos derivados do animal e que não
dependem do seu sacrifício, morte ou dor; pois só quando isso
acontece é que estareis em conflito com as leis da sobrevivência do
irmão menor.
Almas de
escol hão preferido o vegetal sobre a carne; assim o fizeram Gandhi,
Cícero,
Sêneca, Platão, Pitágoras, Apolônio de Thyana, Bernard Shaw,
Epicuro, Helena Blavatsky, Anne Besant, Bernardin de Saint-Pierre,
santos como Santo Agostinho, São Basilio, o Grande, São Francisco
Xavier, São Bento, São Domingos, Sta. Teresa de Jesus, São Afonso
de Liguori, Inácio de Loyola, São Francisco de Assis, Buddha,
Krishna, Jesus, assim como os membros das ordens religiosas dos
trapistas, os teosofistas, iogues e inúmeros adeptos das seitas
japonesas, que se alimentam de arroz, mel e soja.
Seria
extensa a lista daqueles que já compreenderam que o homem continuará
em desarmonia com as leis avançadas do psiquismo enquanto fizer do
seu estômago um cemitério de vísceras conseguidas com a morte do
infeliz animal!
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