Assim
como o pensamento voltado para um apetitoso jantar estimula as secreções do aparelho
digestivo, o pensamento voltado para o plano espiritual aciona a glândula
pineal (chakra Sahasrara), por ser o órgão que comanda a atividade dos centros
receptores das ondas rarefeitas das vibrações do plano espiritual.
O
espírito interessado em desfazer as barreiras mais densas do plano físico comanda
automaticamente esse órgão, o qual entra em funcionamento lançando sobre os nervos
uma substância de composição rarefeita que os hipersensibiliza e, acumulando-se
sobre os plexos, transmite-se aos chakras, despertando-lhes maior
sensibilidade. Como modernos radares, os chakras captam da esfera espiritual
circundante sinais mais ou menos nítidos, de acordo com sua capacidade própria.
Com o
aperfeiçoamento da aparelhagem moderna, chegarão os homens, em época oportuna,
a identificar na circulação sanguínea os elementos formadores da secreção da glândula
pineal e então, já perfeitamente ajustados aos sentimentos nobres da vida,
poderão possuir o controle sobre ela. Serão gigantes do conhecimento superior,
grau que só lhes será permitido atingir num estágio elevado de evolução moral.
A
interligação estabelecida entre os plexos e os chacras, através das irradiações
da secreção pineal, permite a chegada ao cérebro das impressões, através dos
nervos hipersensibilizados.
A
sensibilidade generalizada do espírito tem origem no fato de não precisar
canalizar vibrações densas ao órgão capaz de registrá-las, como sucede aos
sentidos físicos. As impressões do meio espiritual são recebidas em conjunto
pelos chakras ativados pela ação do pensamento, que age sobre a glândula
pineal.

Sou Professor de Educação Física e Yoga solicito informações a respeito de técnicas para a glândula pineal obrigado
ResponderExcluirDuas técnicas comprovadamente agem sobre a pineal: o pranayama alternado, também conhecido como anuloma viloma, e o shambhavi mudra, que é praticado com os olhos fechados mas o olhar fixo no meio da testa. Esse pranayama deve ser praticado de preferência sem retenção da respiração, a não ser que a pessoa tenha um sistema nervoso realmente forte e acostumado com pranayama. O shambhavi mudra também deve ser praticado com suavidade, sem forçar muito os olhos para cima, para evitar a dor de cabeça, especialmente no início. Se preferir e ajudar na prática, pode-se escolher um mantra ou palavra sagrada para repetir enquanto fixa o olhar, tal como Om Cristo ou Om Shiva. À medida que o praticante fortalece seu sistema nervoso, pode aumentar o tempo de prática, mas precisa estar constantemente observando suas reações para ver se não está estressando em demasia seus nervos. Dois ou três minutos de pranayama anuloma sem retenção e dez minutos de shambhavi talvez sejam uma medida boa para começar. Mas, cada um deve encontrar seu equilíbrio nessas práticas, para mais ou para menos. É melhor prosseguir com segurança, mesmo se desenvolvendo mais lentamente, que arriscar-se a ficar com os nervos destroçados e a saúde perdida, às vezes durante o resto dessa encarnação. Um abraço, amigo, e boa sorte em suas práticas e aulas.
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