Tendemos a ver em outros defeitos que
carregamos em nós mesmos.
Mudar os maus é tarefa para o santo, não
para o homem comum.
A menos que sejamos hipócritas, não nos
preocupemos pela impressão que fazemos a quem nos observa.
A relação entre agressor e vítima nem
sempre é de simples culpa e inocência. Pode haver provocação de ambos os lados.
Nossa satisfação tem vida curta. E nossos
olhos caem sobre algum novo objeto do desejo.
É difícil aos fracos praticar o perdão.
Se alguém quer felicidade e sucesso, deve
primeiro aprender a cooperar com os membros de sua família, e depois na
sociedade.
Chakras:
Muladhara: terra, força, firmeza
Svadishtana: água, modéstia, humildadeManipura: fogo, vitalidade, pureza
Anahata: ar, vida plena, revitalização
Vishuddha: éter, radiância, universalidade
O coração (anandakanda, vermelho, oito
pétalas) está uma polegada sobre a boca do estômago e sob o pericarpo de
anahata (azul, doze pétalas).
O yogi pode manifestar-se mais através de
anahata, vishuddha ou ajña, manifestando amor, beleza ou sabedoria, de acordo
com o chakra onde põe sua consciência.
Muladhara: experiências e vidas passadas
gravadas
Svadishtana: casa do eu inferior, fonte
das forças animaisManipura: clímax do prazer material, poder, fama, saúde, beleza física e prosperidade
Anahata: amor, caridade, personalidade atrativa e fascinante
Vishuddha: beleza, verdade e bondade; dom artístico
Ajna: absoluto conhecimento
Sahasrara: a gota se funde no oceano
A natureza feminina é mais emocional. Se
o homem não entende as necessidades femininas, ele cria tensão, distúrbio e
insatisfação da mulher no plano físico, pois sua satisfação física está muito
ligada à sua vida emocional.
A mulher é uma esposa feliz à medida em
que é mãe.
Sem energia não se pode seguir nenhuma
instrução. Se há algum pecado, é a preguiça (tamas). A energia é como um
músculo, fortalece-se quando é usada.
Estamos ligados ao que odiamos ou
tememos, e por isso o mesmo problema, perigo ou dificuldade se apresenta
continuamente em vários aspectos, enquanto continuarmos a resistir ou fugir ao
invés de examinar ou dissolvê-lo.
A mente (ar) considera prós e contras.
O intelecto (fogo) determina.A memória (água) relembra.
O ego (terra), autoconsciência.

O perdão melhora a saúde, e uma mente
saudável é mais fácil de controlar.
O medo, a expectativa, nos faz vítimas de
preocupações sem bases factuais.
Exponha-se a constantes pensamentos de
ira, e acharás ocasiões para a ira durante todo o cotidiano.
A mente funciona por hábito. Se meditas à
mesma hora, ela ficará calma naquele momento todo dia.
Os períodos de tranquilidade (aurora,
meio dia, ocaso e meia noite) duram 45 minutos – 22,5 antes e 22,5 depois.
O que prejudica o controle mental:
prejudicar outros, achar faltas alheias, egocentrismo, ambicionar demais,
inveja; comer, beber, falar, trabalhar e dormir pouco ou demais.
Praticar disciplinas espirituais sem tentar
controlar o desejo torna a mente desequilibrada. Se tentarmos controlar o
desejo, sem criar amor e compaixão para opor-se a ele, o resultado pode ser
mais trágico.
Pensa-se mais claramente com o corpo
ereto do que curvado.
Os problemas da vida se desfazem pela
prática espiritual.
Comida sátvica: dá vitalidade, saúde,
alegria e apetite; é saborosa e oleaginosa.
Comida rajásica: amarga, azeda, salgada,
seca e queimante; produz dor e aflição. Comida tamásica: estragada, amanhecida, mal cheirosa.
Cada tipo de comida desenvolve um tipo de mente.
O coração é onde os nervos se encontram,
como os raios de uma roda. Aí mora Brahman, medite nele como OM.
A mente deve ter ocupação saudável e
criativa. Do contrário vagueará para coisas baixas. A ocupação deve ser variada
para não cansá-la.
A indolência inspira covardia,
irresolução, tristeza autocompassiva e dúvidas triviais.
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