15.12.12

TEOSOFIA - OS SETE RAIOS, segundo Ernest Wood


Os raios são divisões da Natureza, diferentes energias de que cada ser, animado ou inanimado, é composto.

Os ideais de cada ser humano, de acordo com seu Raio, são:

1º raio – liberdade (Aquário) – predomínio da vontade – governo (Shiva) – animal: golfinho

2º raio – união (Peixes, Virgem e Gêmeos) – predomínio do amor – filantropia (Vishnu) – animal: foca

3º raio – compreensão (Touro e Libra) – predomínio do pensamento – filosofia (Brahma) – animal: elefante

4º raio – harmonia (Sagitário) – predomínio da imaginação – harmonia (devas) – animal: macaco

5º raio - verdade (Capricórnio) – predomínio do pensamento – ciência (Brahma) – animal: cavalo

6º raio – bondade (Escorpião e Áries) – predomínio do amor – religião (Vishnu) – animal: cão

7º raio – beleza (Câncer e Leão) – predomínio da vontade – arte (Shiva) – animal: gato


1º raio – o homem de vontade, que se esforça por libertar-se do domínio do eu e das circunstâncias; é o governante

2º raio – o homem de amor, que se esforça por conseguir a unidade por meio da simpatia; é o filantropo

3º raio – o homem de pensamento, que se esforça por compreender por meio do estudo da vida; é o filósofo

4º raio – o homem de imaginação, que busca a harmonia por um triplo caminho: o mago, o ator e o artista simbólico

5º raio – o homem de pensamento, em busca da verdade no mundo; é o cientista

6º raio – o homem de amor, que busca Deus como bondade no mundo; é o devoto

7º raio – o homem de vontade, que busca realizar a beleza no mundo; é o artista e o artífice


O homem do 1º raio -

Sua nota dominante é o domínio de si mesmo. Inclina-se às ações positivas, sem entregar-se à ociosidade. Seu ideal é a independência ou vida interna, livre das coações do ambiente, com tendência a dominar as circunstâncias. Tem a intuição de que seu Eu interno é o juiz final de seu destino e o fundamento de sua fortaleza. Goza na adversidade, não age para obter ganhos materiais ou conforto, e assim nem o fracasso nem a morte o deprimem. Governa-se e rege-se com vara de ferro. Sua senda espiritual é estranhamente silenciosa e ouve o som interno, a voz do silêncio. Deve cuidar para não se tornar despótico e violento.


O homem do 2º raio -

Sua característica é o amor, por meio da simpatia percebe o estado de consciência dos demais e o tem em conta ao relacionar-se com eles. Suas iniciativas tendem à fraternidade e toma interesse pelas necessidades do próximo. As pessoas desse raio são os melhores professores e médicos. Deve precaver-se contra a hipocrisia e a sensualidade.


O homem do 3º raio -

Busca a compreensão da vida (sabedoria). Necessita entender e crê que deste entendimento depende a felicidade. Tem talento em organizar e colaborar. Sua mentalidade é muito ampla. Sua qualidade principal é o discernimento, é o filósofo que discrimina entre o real e o irreal. Tem grande tato para lidar com as pessoas. Deve precaver-se contra a frieza e indiferença.


O homem do 4º raio -

Sua qualidade é a harmonia, harmonia entre o espiritual e o material, como se participasse de ambos os mundos uma vez que é o ponto de equilíbrio. O mago, o ator e o artista simbólico pertencem a este raio. Tem mais ou menos em iguais proporções os três atributos da consciência, ou seja, vontade, amor e pensamento. Deve precaver-se da presunção e imprudência.


O homem do 5º raio -

Busca a verdade, o conhecimento do mundo material (ciência). São incansavelmente pacientes e extremamente regulares. É o cientista, o matemático, o advogado. Sua mente é brilhante,analítica, positiva e capta muito bem os detalhes. Têm um raciocínio frio e preciso. Devem evitar o isolamento, a crítica e o ceticismo.


O homem do 6º raio -

Sua qualidade é o amor que se sacrifica, o entusiasmo ardente por uma causa; o devotamento e a devoção. É muito leal a seus superiores. Não se importa em morrer por um ideal. Deve precaver-se contra o fanatismo, a intolerância e a sensualidade.


O homem do 7º raio -

Suas qualidades são nobreza e cortesia, encanto, dignidade, grande interesse por política e pela magia. Fascina-o o controle das forças ocultas da natureza. Luta em estabelecer a ordem em todas as coisas. Deve evitar a ostentação, o formalismo e a tendência em usar as pessoas como instrumentos.



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